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Por: Bruno Carvalho

American Idol: Top 7 e Top 6

Para uma semana cujo tema foi “músicas que inspiram”, poucos foram os finalistas que realmente se inspiraram. Ora, essa era a chance ideal para Michael Lynche, Casey James e (com muita sorte) os demais correrem atrás do prejuízo das semanas com temas específicos, pois aqui eles poderiam escolher livremente a canção e adaptá-las ao que (em tese) sabem fazer de melhor. Mas não. Casey veio com uma versão karaokê de Don’t Stop (Yesterday’s Gone), Big Mike não trouxe nada de novo com sua Hero (trilha de Homem Aranha 1) e Aaron Kelly quase me fez rir tentando tirar algo de I Believe I Can Fly (do R. Kelly). A missão aqui era criar versões inspiradoras de músicas e, mais uma vez, somente Crystal Bowersox e LeeDewyze o fizeram (e a deste último para The Boxer já figura entre uma das melhores da temporada). Tim Urban foi eliminado e não há muito o que acrescentar, pois isso já deveria ter acontecido há um bom tempo. O Idol Gives Back foi competente, mostrando como se deve fazer um show beneficente. Mas avanço pra falar de mais uma incoerência este ano: a eliminação de Siobhan Magnus no Top 6. Eu não curto os gritos que ela solta em algumas músicas, bem como seu estilo semi-bizarro de cantoria. Mas ao contrário da “América”, pelo visto, sei admitir que ela não deveria ter sido eliminada nesta altura. Muito menos quando aquele moleque do Aaron e o inconstante Michael seguem (este, inclusive, provando que não foi merecedor do salvamento dos juízes). Poxa, imagina Aaron Kelly cantando Frank Sinatra no próximo? Não dá. A semana com as músicas de Shania Twain teria sido uma das melhores se não fosse por esse equívoco. Ah, e pela primeira vez Crystal mostrou um leve sinal de desgaste e reconheço que Lee passou na frente com sua ótima rendition de You’re Still the One. A loira ainda é minha favorita, mas ela precisa vir com tudo agora nesta reta final para garantir a merecida vitória da última mulher que restou na competição.

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