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Por: Bruno Carvalho

The Avengers, de Joss Whedon

avengers

Joss Whedon é um diretor e roteirista que construiu sua carreira nas telinhas, notadamente no comando das séries Buffy: The Vampire Slayer, Firefly e Dollhouse, produções que, de uma forma ou de outra, contam com elementos fantasiosos em suas respectivas narrativas. Em The Avengers, filme que estreou na última sexta no Brasil, ele tem a árdua tarefa de tornar real o plano que a Marvel propôs no final da década passada com o primeiro Iron Man e seguiu pelos últimos 4 anos com The Incredible Hulk, Iron Man 2, Thor e Captain América: reunir todos estes heróis em um só filme.

Contando com uma premissa que não deixa nada a desejar ao simplório argumento de Transformersum cubo mágico de energia que pode destruir o planeta cai na mão de bandidos e precisa ser resgatado pelos mocinhos – o blockbuster felizmente tem um condutor que possui experiência em contar boas histórias que nascem de simples conceitos sem apelar para as alegorias de um Michael Bay da vida.

Por isso, Whedon gastou boa parte da primeira metade do longa apresentando (ou reapresentando) seus personagens de uma forma episódica e cuidadosa, sem jamais diminuir um ou outro apesar do tempo de exposição em tela diverso de cada um. Foi aí que herois secundários como a Viúva Negra ou o Gavião ganharam um bem-vindo espaço que os filmes predecessores não souberam ou não puderam dar, enriquecendo-os e desenvolvendo suas habilidades, ainda que estes não contem com poderes mais “elaborados” como os dos demais. Mas o grande trunfo de The Avengers são mesmo as particularidades de seus protagonistas e como essas características interagem entre si. Assim, as cenas de batalha do Homem de Ferro, Hulk, Thor e Capitão América contra um exército de alienígenas genérico convocado pelo mesquinho vilão Loki (muito melhor aqui do que em Thor), por mais elaboradas sejam, empalidecem diante daquelas em que eles estão, por exemplo, lutando ou discutindo entre si.

Os Vingadores são muito mais interessantes quando Tony Stark ironiza as roupas de Thor e Loki, Bruce Banner precisa controlar sua raiva para não derrubar um porta aviões flutuante com todo mundo dentro ou Steve Rogers busca soluções simples do “passado” para resolver problemas complexos no presente (“cansei de esperar o computador”). E vindo da TV, uma mídia que depende muito mais de diálogos e interpretações do que de efeitos, Whedon se sai infinitamente melhor quando está lidando com o constante choque de personalidades e um humor sagaz e referencial. The Avengers, contudo, não deixa de ser um espetáculo técnico, contando com planos sequência elaborados e sem a confusão visual costumeira de filmes-catástrofe, como aquele ao final em que a câmera percorre, uma a uma, todas as batalhas travadas em diversos pontos de Manhattan, no chão e no ar, sem cortes.

Infelizmente, o projeto peca em suas ambições narrativas ao trazer um conflito cuja resolução é batida, sem jamais transcender uma noção de “real perigo” seja para os heróis e para a “humanidade” (leia-se Nova York) que eles defendem. Ao criar uma “ampla guerra” entre mundos, o texto de Whedon impede um enfoque mais relevante ou intimista como aquele conduzido por Christopher Nolan em Batman Begins e The Dark Knight (e, certamente, em The Dark Knight Rises). The Avengers não inova o gênero de filmes baseados em quadrinhos, mas certamente proporciona uma diversão sem limites de uma forma competente e que certamente teria um resultado desastroso se não estivesse na mão de um bom e experiente diretor como Joss Whedon.

Comentários adicionais:

– Se você puder, evite o 3D, que é convertido e deixa várias cenas escuras e desconfortáveis.

– Se você puder, evite a versão dublada. Leitores informam que faltam cenas, inclusive um importante diálogo entre Bruce Banner e Steve Rogers no convés do porta-aviões no meio do filme. Triste. 

– Acharam a “Robin” de How I Met Your Mother na S.H.I.E.L.D?

As referências de Tony Stark foram excelentes: de “Legolas” a “Shakespeare no parque”, é muito bom esta auto-ironia do filme com seus personagens.

40 respostas para “The Avengers, de Joss Whedon”

  1. @marcelosgb disse:

    finalmente um grande texto sobre o ótimo Os Vingadores sem os exageros como “PQP PQP PQP MELHOR FILME DA HUMANIDADE”. Certas cenas me lembraram Transformers 3. Mas como o Bruno disse, o Joss fez a diferença. Quando saí do cinema só me veio o pensamento: “Nolan, esse ano é seu!”.

  2. Gustavo disse:

    Minha mãe de surpraisi resolveu comprar o ingresso .. beleza quando me entregou é em 3d .. acabei de ler o PS e me arrependi de ter comemorado ..
    Uma pena ..
    Mais hj vou curtir esse filmaço.

  3. Carlos Allan disse:

    A Robin veeeei! A melhor do filme… na primeira cena eu falei que se ela morresse eu ia embora! Nuss fez toda a diferença! *——————–*

  4. Giovani disse:

    SPOILER (I guess)
    Gostei mto do plano sequencia que passa do espaço para a terra, que apesar de simples, foi mto legal :P

  5. Lucas disse:

    Só me explica uma coisa, por que não usou o título nacional, Os Vingadores?

  6. Tullio Dias disse:

    Excelente comentário, Bruno. Se você parar para analisar terá muitos defeitos para comentar (especialmente se tratando do auto-controle do Hulk no final. Ok, foi meu personagem favorito, mas não sei gostei do fato dele ter mudado tão rápido. me lembrou o que aconteceu em Thor, quando o Deus do Trovão ficou humilde em uma semana), só que o Joss Whedon foi tão competente na condução da trama e dos personagens (essa coisa de misturar personagem demais nunca deu certo antes, mas os vingadores é um projeto diferente e mostrou que pode funcionar), que os detalhes negativos ficam completamente jogados no chão. A combinação disso tudo com o humor afiado faz valer a pena.

    Mas é covardia comparar Os Vingadores com Batman. :P
    O Homem-Morcego colocaria todos no bolso, fácil…

    Abc

  7. Bruno Carvalho disse:

    Fiquei mais irritado com o descontrole exagerado de Hulk no avião em cima da viúva do que o súbito auto-controle dele em Manhattan, Túlio. Até porque no final de Hulk com Edward Norton ele já havia aprendido a se controlar melhor e a usar a força dele pra algo positivo (matar o vilão), né? E desde o Hulk de Ang Lee, ele acaba se controlando perto de uma figura feminina forte, então não fez sentido pra mim aquele ataque à Viúva.

  8. Bruno Carvalho disse:

    Porque esse é o editorial do blog. Sempre nos referimos a todas as séries pelo nome original.

  9. Lucas disse:

    Então, “Hulk” é do Ang Lee com Eric Bana e não é da mesma continuidade que os Vingadores. O Incrível Hulk (ou The Incredible Hulk para seguir “o editorial do blog”) que é protagonizado por Edward Norton e faz parte do mesmo universo que os demais filme dOs Vingadores.

  10. Pedro H. Couto disse:

    A melhor crítica de Os Vingadores que leio até agora. Acho que o hype pós-filme lembra muito o de Homem-Aranha 3, que não chega aos pés de The Avengers.

    Sobre o Hulk, o seu auto-controle no terceiro ato acontece pois ele quis se transformar, ao contrário na nave da SHIELD, onde ele perde o controle.

    No filme subentende-se que no O Incrível Hulk, Bruce soube como controlar a fera dentro de si (se não me engano, foram 7 anos sem incidentes), fazendo com que uma parte dela sempre esteja presente num “subconsciente”, mas não como controlar uma explosão como a causada pela queda do porta-aviões.

  11. Bruno disse:

    Qual a profundidade do conhecimento no universo marvel para não saber a diferença entre o hulk as duas vezes que o hulk aparece?
    Enfoque intimista?

    O cubo cósmico é simplista? conhece bem o universo marvel. mto bem.

  12. vinicius disse:

    Bruno, eu partir do pressuposto que o Hulk ficou descontrolado no porta avioes daquele jeito, porque estava sob a influencia de Loki. Pq, segundo as informações que a Viuva Negra obteve do vilao, dentro da prisao, ele se deixou ser preso para ir “atras da fera”

  13. Paulo Trevisan disse:

    Olá Bruno,

    Parabéns pela texto.
    Fui ontem a noite ver o filme dos vingadores.
    E particularmente gostei bastante.

    Achei que as piadas fizeram o filme fluir de uma maneira muito legal. Vingadores foi um filme super herói com piadas. O que foi muito bom. O Stark como você citou fez ótimas referências. Os roteristas foram muito felizes na parte cômica do filme. Dei muita risada.

    Pensando sobre o seu texto. Eu acho que estou meio dividido sobre o descontrole do Hulk. Você está certo sobre a cena do Porta aviões. Mas se você pega a cena da batalha final, em que o Banner chega naquela motoneta. E ele para pra conversar com o Capitão mais os outros dois, aí ele diz que está to nervoso o tempo todo. Ele está falando do nada ele se vira. E começa a mudar de cor. Foi bastante estranho pelo menos pra mim.

    Ao mesmo tempo que eu achei muito legal esse poder de controlar a mutação, eu achei que não condiz muito com o personagem. Ali o Banner tinha total controle sobre o que estava acontecendo. O que não acontece normalmente. Eu não sei se nos quadrinhos isso acontece pois não acompanho. Mas não condiz com os últimos filmes do hulk por exemplo.

    Um amigo disse e eu achei válido que faltou o Edward Norton de Hulk. Seria demais. até porque o ator que interpretou o Banner (que eu não lembro o nome) não apareceu muito tempo durante o filme. Poderiam muito bem ter escalado o Norton.

    Fora isso. Cara filmão. Eu me diverti as 2:20 minutos de filme.

    Se duvidar vou ver de novo.
    Bom final de semana e mais uma vez parabéns pelo textp

    Paulo

  14. Robsonejs disse:

    Primeira vez que leio um texto seu fora da esfera das séries…bom texto! que venham outros..

  15. Bruno Carvalho disse:

    Eu sei que o Hulk de Ang Lee nao faz parte do universo de The Avengers. Inserie a referência para ilustrar que ele, mesmo em outros filmes baseados na HQ, aprende a se controlar. Como The Avengers vem depois do Hulk com Norton, ele já deveria saber se comportar assim.

  16. Bruno Carvalho disse:

    Minha profundidade de conhecimento sobre o “Universo Marvel” é quase zero.

    Dito isso, um filme precisa funcionar bem independente da obra em que se baseia, de forma que o espectador que não conhece não fique perdido e o que conhece tenha uma experiência mais completa.

    A reação do Hulk no avião, se tem algum sentido, deveria ter sido melhor explicada pelo roteiro, independente de conhecimento prévio dos especialistas Marvel, já que depois do filme com Edward Norton ele APRENDE a se controlar e este se passa depois. É uma simples questão de coerência e não de privilégio de informações para quem é do “meio” dos quadrinhos.

    E sim, um “cubo mágico de energia” é algo simplista. O mesmo conceito de Transformers, filme baseado em brinquedos Hasbro.

  17. Marcio Santos disse:

    Boa crítica, Bruno.
    Só acho que a proposta do filme jamais foi ser uma aventura no nível TDK. Sinceramente, acho que nem funcionaria tão bem desse modo. O fato do filme ser levado na tomada de comédia não o diminui por conta disso.

    Mas você (na boa) é um fanfarrão: usar Joss Whedon/ tarefa heroica / unir os heróis da Marvel é clichê, mas usar Joss Whedon / tarefa árdua / unir os heróis da Marvel tá valendo !!!
    Um abração e parabéns pelo site, como sempre!

  18. Samuel disse:

    Finalmente uma pessoa sensata neste comentario. o filme é simplismente De Mais. O que Loki tentou fazer era manipular os Herois para que els mesmos Brigassementre si. Veja A cena guando ele é levado preso , ele perto de Bruce Banner e ele sabe que ele é o Hulk . Aviuva Negra Descobre Isso Tudo , e sai para avisar os demais.

  19. Bruno Carvalho disse:

    hehehhehe! o problema é o heroica, né!

  20. Ana disse:

    Bruno Carvalho :
    Porque esse é o editorial do blog. Sempre nos referimos a todas as séries pelo nome original.

    Certo, mas séries, em geral, continuam com seu nome original no Brasil. Ninguém fala que assiste “Vingança” e “Como eu conheci sua mãe”. Os Vingadores faz parte de uma franquia de filmes, e todos eles chegam ao Brasil com nome em português. Nunca na vida ouvi ninguém em uma conversa falando do Iron Man ou do Captain America. Entendo que seja uma decisão editorial mas acho totalmente desnecessário, neste caso.

  21. Marcio Santos disse:

    E não esqueça do ‘roteiro que elabora uma teia complexa’ pra crítica do Spider e do ‘cego como um morcego’ pra do TDKR!
    Abração!

  22. Bruno Carvalho disse:

    Entendi e sua colocação faz sentido, contudo acho que o roteiro poderia ter sido mais claro nesse ponto, evitando que tenhamos que fazer suposições.

  23. Vitor Modesto disse:

    Claro que temos séries que tem seu nome trocado no Brasil ou traduzido. Sobrenatural, Arquivo Morto, OC Um estranho no Paraíso, Lances da Vida dentre outros. Concordo permanente em manter o título original tanto em séries quanto em filmes. Em tempo, me refiro sempre como Iron Man. Na sua lógica, o correto seria falar Homem Morcego ao invés de Batman.

  24. Acho que o descontrole do Hulk no aeroporta-aviões está claro, uma vez que, Banner estava sem perceber com a própria arma de Loki em mãos minutos antes de se transformar. A tensão entre eles estava tão forte neste momento que ele segurou o cetro. Nem tudo precisa ser explicado nos mínimos detalhes – mesmo no cinema americano. 

    Abs a todos.

  25. Paivajunior2003 disse:

    Já há alguns anos (pelo menos, uma década) séries são exibidas no Brasil primeiramente na TV por assinatura e sempre sob o título original. Só anos depois, quando estreiam na TV aberta, recebem nome em português. Mas isso nem é mais verdade em 100% dos casos (casos de Lost e Glee, por exemplo).
    E Batman sempre foi usado em português

  26. Rosangela disse:

    A-do-rei o filme! Vou assistir novamente no cinema para prestar mais atenção e pegar detalhes que possam ter escapado dessa primeira vez. 

  27. Lucas disse:

    Muito boa a crítica, agora é só assistir e ver se concordo com ela. :)

  28. Rodolfo Costa disse:

    Vale lembrar também os momentos engraçados. Hulk esteve em vários (não vou lembrá-los aqui, pois que assistiu sabe de quais estou falando). 

    Fiquei surpreso com a participação da Viúva Negra. Eu não esperava o espaço que ela teve e, principalmente, o quanto ela conseguiu se destacar. Acho que ela e o Hulk roubaram a cena. Scarlett super bem no papel, cenas de luta corpo a corpo maravilhosas. Poderia rolar um filme só dela…

  29. Eru Iluvatar disse:

    Sempre vai ter aquele cara que se sente muito intelectual e vai fazer uma crítica do tipo: “O filme é bom, não mais que isso.” Sinto muito, mas acho difícil um filminho como o do Batman superar os Vingadores; aliás, acho difícil qualquer futuro filme de super-heróis superar esse. E para as “batmetes” ou qualquer fã da DC: se conformem.

  30. Sempre vai ter o fã incondicional que gosta de supervalorizar aquilo que curte sem realizar a menor análise crítica e menosprezar o trabalho de outros que, através de argumentos, expuseram as suas ideias.

  31. Cakki disse:

    Sai do cinema com a mesma sensação que tu, Eru.

    Vi custar a ter outro filme de super herói que seja tão fiel aos quadrinhos, e tão bom e divertido qto Os Vingadores. =)

    Adoro a franquia de Batman que o Nolan trouxe aos cinemas, até pq ele pegou as melhores HQs e adaptou-as para o cinema (Piada Mortal, por ex), mas não sei se vai conseguir fazer algo tão épico qto Os Vingadores conseguiu.

    Meu único problema com Os Vingadores é que ele me mostrou o quão bom um filme dos X-Men seria se fosse feito pela Marvel Filmes, e não pelos imbecis da Fox Films….

  32. Gvarcacio disse:

    Velho, será que eu assisti o mesmo filme que vc??? Para mim o melhor filme de heróis ao lado de Batman, sem somra de dúvidas o filme é fantástico.

  33. Acredito que assistiu sim. E, ao contrário do que entenderam, eu gostei do filme, daí as 4 estrelas ao final. ;)

  34. Fernando disse:

    [Spoiler]

    A princípio, também achei o comportamento do Hulkestranho, mas, pensando depois, acho que tem mais a ver com a influência do Loki naquele instante. Antes daquela cena todos os envolvidos já estavam descontrolados, só que o Hulk deve demorar mais pra se recuperar xD

  35. Não sei dizer se o 3D não foi bom, mas o IMAX 3D foi simplesmente incrível, sem dúvida alguma! Cenas grandiosas que realmente deram certo no IMAX… 

    Ah! Alguém tem algo a comentar sobre os ‘extras’ ???

  36. Marcelodageografia disse:

    Comparar os filmes do Nolan com Vingadores é (segundo eu) uma tremenda bobagem. O Batman do Nolan foge e muito da concepção de quadrinhos…ele pega uma história surgida nas HQ’s e explora o lado obscuro dos personagens (também explorado em arcos de histórias do morcegão. Já “Os Vingadores” é uma ode às histórias em quadrinhos…colorido…agitado e fiel a muito que já foi visto nos gibis da Marvel. Quem vai assistir esse filme, não tá indo pra ver um enredo digno do Oscar e sim um filme que remete a infância de muitos…pois consegue traspor nossa imaginação para as telas dos cinemas (tira da estética “congelada” de um papel e coloca tudo isso em movimento). Eu achei demais. É o melhor filme baseado em Histórias em Quadrinhos. O Cavaleiro das Trevas é superior e muito (como cinema)…mas é um grande filme que usa personagens de HQ’s… É o Nolan contando a versão dele do Batman (que é, diga-se de passagem, genial).

  37. Não foi uma comparação. Foi uma mera citação, inevitável quando estamos falando de filmes do gênero justamente para apontar nas diferenças de abordagem.

  38. @thaybitsch disse:

    amei o textto!
    Mas… para bom intendedores de filme, algumas coisas foram deixa das a desejar, as vezes eles meio que fugiam do foco. Assim como o tal vilão que de mal não tinha nada apenas roubou o cubo; Se fosse um filme de comedia daria nota 10 pro Sr Starck, melhores partes foram com ele, o cinema todo ria de suas piadinhas egocentricas. apenas ele pra salvar o contexto desse filme! espero que se houver um proximo possa ser melhor !

  39. Kenjudo disse:

    Assisti as duas versões, dublado e legendado. Achei que o corte de mais oumenções 4 minutos do filme foi apenas nas copias daqui. (spoiler) cortaram do primeiro encontro entre Bruce Banner e Capitão América, antes do porta-aviões decolar, ate os diálogos entre os personagens na ponte de comando da nave. Um sacrilégio.

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