FOTO: REPRODUçãO

Por: Bruno Carvalho

Touch: Safety in Numbers

[com spoilers do episódio 1×03] O grande problema de Touch até agora é que Tim Kring insiste em querer contar uma história mediana através de coincidências absurdas com um toque paranormal, exatamente aquilo que levou Heroes à sua ruína. Porém enquanto a série dos heróis possuía um apelo mais universal e cool com a abordagem de quadrinhos, esta tem como protagonistas um Jack Bauer retraído e um garoto pra lá de irritante que “sente a dor do Universo através dos números“. Ai, Tim… Veja neste terceiro episódio, por exemplo: a narrativa é tão frágil, que o número “3287” que o garoto escreve no início do episódio vem a ser o número de um prédio, da senha de um cofre, o contato para mandar mensagem de texto numa competição de dança e por aí vai, como se isso, por si só, fosse algo “genial”. Em vez de tornar os números um “meio”, em meras referências à própria mitologia da série como era feito em LOST, Tim Kring faz deles o “fim”, sem ao menos conseguir sustentar de forma lógica a própria premissa.

O capítulo contou histórias desinteressantes e desconexas, que às vezes sequer se entrelaçavam direito, como a tal competição de dança pelo computador em que o menino africano participava, enquanto acompanhávamos o caso da mãe e seu panelaço contra o abuso doméstico do marido da amiga. A preocupação com a parte técnica do episódio também não é lá das maiores, pois na cena da disputa entre o menino africano e o profissional, a câmera subjetiva que deveria estar fixa em uma webcam no computador “magicamente” passou a percorrer a sala de aula onde os garotos estavam, transmitindo esta imagem com movimentos para os EUA (e não era um dos garotos com a câmera na mão, pois todos são filmados pela webcam flutuante). Isso sem falar nas avulsas e irritantes meninas japonesas e aquele celular, que uma hora acabará voltando para seu dono (não é óbvio?) e Tim Kring achará que merecerá um Emmy por isso. Mas o que mais incomoda em Touch é mesmo o garoto Jake e esse “dom” que não faz o menor sentido (ou não tem a menor importância), especialmente quando coloca à cargo do pai a responsabilidade de resolver todos os tais “males” do Universo em horário comercial (o cara desistiu de trabalhar, né?). E mesmo resolvendo-os e “aliviando a dor dos números” (dor mesmo é escrever isso), o menino segue irritante. Apelando sempre para um sentimentalismo de atacado com montagens e trilha cafonas, Touch continua sendo um desperdício de tempo e recursos, como só Tim Kring é capaz de fazer. “Ah, você está pegando no pé de Tim Kring“. OK, estou, mas com conhecimento de causa. Ou vocês já engoliram os 4 anos de Heroes sem final?

Bom, pra quem curte o colega Tim, ofertas dele aí embaixo:

57 respostas para “Touch: Safety in Numbers”

  1. Ygor disse:

    Onde é que eu assino? Concordo em tudo =)

  2. Fer Rox disse:

    tirei ja da minha lista Touch hehehe, ta mt ruim mesmo

  3. Guilherme disse:

    Onde é que eu assino? [2]

  4. Marcos Freitas disse:

    É por isso que eu já abandonei logo depois de ter terminado o segundo episódio. E pelo review as coisas estão indo de mal a pior numa velocidade absurda, mesmo para o padrão Tim Kring de destruição de seriados

  5. Renan disse:

    HATERS. Simplesmente a série está sendo ótima de audiência na FOX. bjsmil

  6. Carla disse:

    Oq vc sugere? Em q vc achou q iria ser diferente, antes de começar a assistir à série?

  7. Robsonejs disse:

    Onde é que eu assino? [3]

  8. Bruno Carvalho disse:

    E desde quando audiência outorga qualidade a algo?

  9. Gustavo Eder disse:

    Gente eu não sei como, eu concordo com o que está sendo dito aí mas eu gosto dessa série.. e eu nao faço ideia do porquê.

    Alguma coisa dela me cativa, e não é a mitologia porque comparada a outras séries ela não é complicada, ou pelo menos, ainda não.

    Eu não sei o que que é, mas eu to gostando.

  10. Kari disse:

    Concordo plenamente com quase tudo. O garotinho em si não me irrita tanto, por mais incoerente ou absurdo que seja. De resto, assino embaixo. O piloto me ganhou na base da novidade e do sentimentalismo, mas a série vai ser um porre se ficar só nisso. Até porque nem o fator novidade existe mais.
    Aliás, quando li a sinopse e soube que o pai do garoto autista seria Kiefer, associei logo ao papel de Bruce Willis em Mercury Rising (Código Para O Inferno). Essa lembrança me atraiu e resolvi experimentar a série. Mas passada a novidade, o que está me prendendo a Touch no momento é a esperança de que toda a aleatoriedade faça sentido mais tarde. Resumindo, tô assistindo pra ver onde essa história vai dar.
    E se ela não der em nada, também não vou sentir uma frustração maior que a vida. Eu também assisti Heroes, então continuo mantendo as esperanças e expectativas lá embaixo.

  11. Gabriel disse:

    Alcatraz é uma série foda perto de Touch.

  12. Ismael disse:

    Ah pois é, é bem como pensei no piloto.

    Lembro que comentei aqui que foi legal, mas tinha medo que sem o tempo dedicado ao piloto, ia ser difícil amarrar tudo direitinho. Dito e feito.

    E vendo um episódio constrangedor como esse eu fico lembrando de filmes como o Nome Do Jogo e outros que falam do mundo das produções de cinema e TV. De como vale o nome da pessoa no mercado.

    O bom e velho carteiraço. Daí penso quantos bons roteiristas devem estar esperando uma chance que pode nunca chegar. Tudo porque os velhos nomes tem seus contatos e se mantém nesse mercado.

    Triste.

  13. Leonardo disse:

    A série está fraca e, ao contrário de outras fracas, como Alcatraz, a mitologia e o mistério não possuem o apelo necessário para manter as pessoas assistindo, mesmo com episódios ruins.

    Sendo assim, assistirei até o quinto. Se continuar assim, aprenderei que Tim Kring realmente não tem mais jeito.

  14. Renan disse:

    Se fosse ruim como vocês falam, a audiência não era baixa.

  15. Bruno Carvalho disse:

    Mais um que acha que audiência é sinônimo de qualidade?

    Então, a audiência de Touch só cai semana após semana, de acordo com os números do TV By the Numbers.

    Tá aí o quanto seu argumento é sustentável.

  16. HUGO disse:

    Eu concordo, só assisto porque sou puta de Jack Bauer!

  17. Leticia disse:

    caramba,ainda bem que você admitiu que tava pegando no pé do Tim Kring pq eu já ia perguntar o porque de tanto ódio contra essa série quando se tem tantas piores ou tão ruins quanto ela.
    assisto Touch que nem assisto um monte de série ”questionável” que estreou ano passado: pra matar o tempo, porque ultimamente não dá p esperar muita coisa nova e boa nem do Tim Kring e nem da maioria dos roteiristas…eu acho né…
    o lado bom(?) é que touch só me pareceu boa/me enganou no piloto, enquanto Herous foi uma temporada inteira e aí ficou bem mais difícil de abandonar qndo ficou ruim…
    ih,meu primeiro comentario aqui e ficou enorme, n me controlei haha

  18. Gabriel disse:

    OK, a série é ruim e eu também não sou nada fã do Tim Kring, mas caramba tu não está “pegando no pé” do cara, tu “odeia” ele, isso sim.

    Bah e de boa, ficar colocando Heroes no meio da história sempre é chato.

  19. Renan disse:

    Mas é impossivel não citar Heroes, não somente por ser do mesmo criador mas tambem pelas semelhanças de ambas.

  20. Oto disse:

    Até que to curtindo… por mais que também tenha visto varios absurdos que você citou…
    Não sei se é porque me decepcionei fortemente com Alcatraz a ponto de parar a série no meio de uma temporada (normalmente espero pelo menos acabar a temporada, mas falling skies e Alcatraz foi impossivel aguentar) que acabou que por ter adorado o primeiro episodio de Touch, acabou que achei que esta em uma boa série apesar do pesares.
    Acho que parte do fato de você ta odiando tanto, já vem de aguas passadas com Tim Kring :P Coisa que é justificável já que Heroes pós segunda temporada foi ruim pacas…

  21. Pena disse:

    Bem antes de tudo essa é a sua opinião !! É bom ter pessoas sem opiniões porque outros como o tal, sustentam páginas com ausência de profissionalismo. Achei esse site uma merda. É minha opinião, porque existe milhares de sites fazendo a mesma coisa que esse. Mas ainda assim tem frequentadores, certo ? Então concordo com o fato dito mais acima que ‘audiência’ não tem nada haver com qualidade. Aprenda a ser um bom crítico.

  22. Kari disse:

    Interessante é que esses argumentos de “audiência ótima” e “tá criticando, faz melhor” ou simplesmente “vc tá e´com inveja” são os mesmos que as fãs alienadas de Crepúsculo usam pra atacar qualquer um que fale mal dos filmes. Então quer dizer que Touch só tem 3 episódios e já tem lovers desse naipe? Então essa série é mesmo pior do que eu imaginava XD

  23. Bruno Carvalho disse:

    Alguém falou que NÃO era uma opinião? Você acha “falta de profissionalismo” TER uma opinião? Se sim, precisa urgentemente rever os seus conceitos.

    A diferença entre uma opinião válida para uma descartável é JUSTAMENTE o argumento. Apresentei acima várias linhas de argumentos sobre porque considero a série ruim. Isso é ser profissional ao dar uma opinião, embasá-la em vez de simplesmente vomitá-la. E você? Quais são os argumentos que usa para descreditar o site?

    É, didn’t think so…

  24. Luiz André disse:

    Ao assistir a mais episódio desta controversa série, só consigo pensar o quanto ela é parecida com outra série chamada Early Edition. Entre semelhanças e diferenças, o personagem principal recebia o jornal do dia seguinte toda manhã e tinha de ralar para evitar que algo ruim acontecesse às pessoas. Em relação a Touch, ao invés de um jornal misterioso trazido por um gato de estimação, tem-se um garoto que consegue enxergar a “linguagem” dos números e que é ajudado por seu pai, em contrapartida aos melhores amigos do protagonista naquela série.
    No mais, se há uma coisa que aprendi em anos dedicados a assistir séries é que muitas vezes é preciso dar a mão à palmatória e tentar – ao menos – assistir à primeira temporada, pois ela pode ser a melhor ou pode apresentar um potencial que será melhor trabalhado nas temporadas posteriores (caso seja renovada). Quando isto falha, bom ainda existem milhares de outras séries que podem ser vistas.

  25. Francisco disse:

    Respeito a galera que não está gostando da serie, mas eu vejo muitas cenas lindas na serie.
    A ideia das pessoas se conectarem de alguma forma para um desfecho de uma historia é muito legal…
    Creio que as pessoas não veem o lado sentimental da serie, e sim querem ver uma serie superficial com uma historia linear e focada em um “herói”.
    Touch me mostra varios heróis a cada episódio…

  26. Fanbrothers.blogspot.com.br disse:

    Pois é… Eu gostei bastante da série até agora. Vi um comentário ali em cima dizendo que Alcatraz poderia ser superior a Touch, mas não vejo isso como uma comparação justa, pelo menso em relação a tipos de séries. Se nós pegarmos uma série com uma tema parecido (episódica, pessoa querendo ajudar os outros mas sem saber ao certo como, etc.) acho que uma série boa para se comparar seria a “Person of Interest”, atualmente na Warner, e essa sim , conseguiu a proeza de me fazer desistir por completo da coisa: personagens sem carisma, história sem pegada… enfim, coisas que eu não vejo acontecerem em Touch. Concordo que poderia ser bem melhor executado, mas acredito no potencial da série. Vejamos até o quinto episódio! :D

  27. Gisele disse:

    Eu tbm estou adorando a série.

  28. Carlos Henrique disse:

    Ele consegui de novo. Estragou a série que poderia ser muito boa.

    Bateu recorde, 4 episósdios e já pode cancelar.

  29. may disse:

    se a qualidade se dá pela audiência então devo considerar BBB um programa de ótima qualidade? Pelamor

  30. Mateus Cardoso disse:

    Não sei se o pior é o Tim Kring fazer outra merda de série ou vc escrever um texto tão bom sobre uma série tão ruim e ainda oferecer DVDs de Heroes no final. Mais incoerente do que isso só dois disso.

  31. Bruno Carvalho disse:

    Não pegou a ironia da oferta? E tem MUITA gente clicando e comprando, hein!

  32. Matheus Bittencourt disse:

    Não entendi nada. O comentário não tem qualquer lógica…
    Além disso (pelo pouco que deu pra entender), se isso é uma review, pressupõe-se que seu autor faça uma crítica do episódio. Se fosse para não ter crítica seria uma mera sinopse.

  33. Matheus Bittencourt disse:

    Eu tentei, juro. Assisti os quatro episódios com a maior boa vontade. Eu queria muito gostar, mas… desisto.

  34. Carlos disse:

    eu achei lega tem um clima de suspense bem legal e tu cara que escreveu isso se não gosta vai assistir a terceira temporada de Glee vai( e assisti fazendo com a mão um “L’ na testa)

  35. Bruno Carvalho disse:

    SUSPENSE???? EM TOUCH?!

  36. Léo disse:

    É incrível como as pessoas acham que Touch é uma série de suspense. Ela é um drama!! O Dom do menino nada mais é que enxergar desvios no “acaso”, o que causa sofrimento para ele, e o que ele tenta fazer é que as coisa aconteçam da forma certa. É ideia da série não é mostrar um menino com superpoderes, mais sim as conexões das pessoas e os suas aflições, além de como pequenas coisas que façamos podem ser de grande influencia na vida de outras pessoas. Parem de achar que tudo é Lost ou Heroes e vejam a série como ela deve ser vista, como um drama de um pai querendo se aproximar de seu filho e que suas ações acabam influenciando a vida de outras pessoas. E sim, é uma série “feel well”. Logo você não verá as ações de Martin causar sofrimento a outra pessoa.

  37. Junia disse:

    Concordo com algumas pessoas aí em cima. Ficar esperando que todas as séries sejam Lost, pode esperar pra sempre. Touch tem um toque humano muito bonito e me conquistou fácil em 4 episódios. A conexão entre as pessoas no mundo e a importância do “bem” é muito interessante de se ver na série. Acho que as pessoas já assistem esperando outra coisa de uma série que não se propôs ao que elas esperam, e aí falam mal injustamente, na minha opinião.

  38. sronald disse:

    O Ligado em Série não gosta de Touch e gosta de Community. Se enxergam genialidade naquele mar de mediocridade e canastrice…

  39. renaannnn disse:

    Fico triste que o publico desse blog não seja condizente com a opinião dele, todos os posts muito bem feitos com a OPINIÃO dos criadores que tem um otimo gosto enquanto que as pessoas que vem comentar me parecem ser adolescentes sem a capacidade de defender ou até formar seus argumentos. Agora falando de Touch, começou até que bem mas desandou e desandou muito, ficou repetitiva, cansativa, a surpresa do primeiro episodio passou e as falhas apareceram, ficou obvio que Touch é mais de Heroes, é mais da imbecilidade de seu criador que não passa de um criador de idéias mas um pessimo desenvolvedor das mesmas.

  40. Luna Petersen disse:

    Duras críticas, mas ,infelizmente, concordo. O episódio piloto foi muito bom, a série ainda está no 5º episódio e já perdeu consideravelmente o nexo. Sem falar naquele moleque insuportável, que só dá piti. Tomara que seja uma fase, e a série volte aos bons episódios a tempo de não ser cancelada.

  41. João Victor disse:

    Concordo com você. O seriado está ficando INSUPORTÁVEL e repetitvo. Pode ver que 1/4 do episódio é o Jack gritando o nome do seu filho (JAKE) em sua procura. O fato também de ter tantos personagens passageiros também deixa ela desinteressante.

  42. Inácio disse:

    Pq essse bando de mané q fika em ksa com o ##[email protected] na mão falando mal das coisas q os outros fazem, não arregaçam as mangas e escrevem a “disgraça” de uma série perfeita??? Que ódio, viu…

  43. Camila disse:

    Acabei de assistir ao sexto episódio, e posso dizer que foi mais do mesmo. Porém, eu gosto muito da série. Não é toda essa coisa ruim que vocês estão falando.
    No início de cada epi o Jake sempre fala alguma coisa legal, que nos faz refletir e no 6º não foi diferente.
    É uma série pra assistir de boa, relaxar da vida e se emocionar com as conexões.

  44. c.baqueiro disse:

    Desde 1930… quer o mês ? :-)

  45. Tb gosto. Misticismo, sobrenatural, etc, etc… cativam a gente, seduzem. Veja ai a novela das 6 (Amor, Eterno Amor): Crianças nascendo para livrar o mundo do mal… criando conexões, interfaces, que trarão uma aura de felicidade ao mundo. É um tema piegas, mas sedutor (como o canto da sereia de Ulisses). Só falta ter um roteiro mais dinâmico, e evitar passar 7 anos prá explicar o inexplicável.

  46. Qualidade é o que ? É quando os conhecedores e especialistas em obras de arte acham bom ? kkkk… o platonismo continua rondando o mundo das artes. E o povo nem tá ai. Dá sua audiência prá BBB, prá Novela das Seis, prá porra que estiver a fim de ver (incluindo 2001, Uma Odisseia no Espaço, se estiver a fim)… prá tudo que considerar com a qualidade que deseje.

  47. Patricia Prado disse:

    Acabei de assistir meu primeiro episódio, achei interessante e assisti sem saber do que se tratava. Vim saber qualé da serie e realmente se continuar do jeito que vi hj vai ficar sem graça. Quanto a heroes pra mim só existiu as duas primeiras temporadas que amo. Enfim, vamos esperar pra saber… Abs

  48. Denis disse:

    A serie eh uma mistura de dois filmes: o Numero 23 e Babel. E  eh otima!!! Vcs estao falando que audiencia nao eh qualidade e citam o exemplo do BBB, mas o que entao explica a grande audiencia do programa, ja que nao tem nada de apelativo nela? P/ galera que nao entende os poderes do menino, paciencia, aos poucos a serie vai revelando. 

  49. Não concordo. Não vi Heroes então não tenho raivinha do carinha ai. O que me deixa curioso é saber aonde que tudo isso vai chegar. As semelhanças com LOST está até nas histórias paralelas que não tem nada a ver com a main line e que aposto que em algum momento chegará a um ponto comum com a história principal.A narração do início do episódio é espetacular, boa mesmo, pinta uma curiosidade igual dava em LOST. Talvez essa seja o ponto fraco de Touch, quer parecer muito com LOST ou com 24 com o Jack Bauer que não usa arma até então. Já deixei gravado o episódio 4 e quero ver os próximos, continuarei a ver Touch.

  50. Mili Szilagyi disse:

    suspense foi foda hauahuiahuiahui

  51. Mili Szilagyi disse:

    Eu acho que a série esta melhorando, a cada novo episódio gosto mais. Mas é 100% drama, e 0% de suspense como alguns dizem. As coincidências parecem sim absurdas, mas podem ser coincidências que acontecem o tempo todo ao nosso redor e nós simplesmente não percebemos, é praticamente um efeito borboleta. E ainda que as coincidências acabem se tornando um pouco “forçadas” não é algo que me fez perder o interesse pela série. Ao contrario de “Os Vingadores” (exemplo) que todas as cenas são altamente forçadas e favorecem os mocinhos (sempre aparece alguém na hora certa pra salva-los), eu achei horrível, dormi no cinema e tudo mais, e fui apedrejada por ter essa opinião. Isso prova que a grande maioria do publico gostou do filme mesmo sendo forçado demais, e absurdo demais, e continuam a idolatra-lo, e devem bons motivo pra isso. Comigo tem sido assim com Touch, apesar dos contras, PRA MIM. os prós prevalecem. =)

  52. luis disse:

    Oh gente sem noção! prestem mais atenção na serie seur burros. 

  53. Stephanne Dias disse:

    Eu já assisti toda a primeira temporada e gostei. O começo tava meio confuso mas a única coisa que eu considero sem noção é o fato de o Jake sentir “a dor do mundo” e o comportamento totalmente gélido dele. Acho que não existe autista desse jeito neah… Ele mais parece um robô! No mais, achei interessante os aspectos científicos que ele trás, as reflexões ao final de cada episódio, o drama do pai que tenta se comunicar e garantir a guarda do filho problemático… Me interessei pelo assunto e vi que realmente algumas coisas como a sequência de Fibonacci são bem interesantes… vi também que a segunda temporada está garantida (yeah!), Alcatraz e The Finder canceladas. Ah, e além de tudo eu amo o Kiefer Sutherland!

  54. debyflorzinha disse:

    Essa série é ótima!! Tim Kring é um gênio, para de criticar ele…

  55. ze disse:

    Coisa mais patetica, nao sei quem é o pior, o ex ator de 24h ou o enredo. Fibonacci deve estar se revirando no tumulo. Devia ser proibido usar um assunto tao fascinante de uma forma tao mediocre.

  56. ze disse:

    Coisa mais patetica, nao sei quem é o pior, o ex ator de 24h ou o enredo. Fibonacci deve estar se revirando no tumulo. Devia ser proibido usar um assunto tao fascinante de uma forma tao mediocre.

  57. Matheus disse:

    Daonde as pessoas tiram essa premissa, de que se tu não faz melhor, não pode criticar? Que bobagem!
    Se for ruim, fale! Se for bom também!
    Ou se for bom, eu não posso falar também, porque não faço melhor? hahah

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