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Por: Redação Ligado em Série

Um estudo sobre o complexo Lucy, de Luc Besson

Por Camila Picheth | Autora convidada

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Lucy é uma anormalidade dentro dos padrões dos blockbusters. O filme teve uma ação de marketing pesada, principalmente se tratando de uma produção envolvendo Scarlett Johansson e Morgan Freeman. Isso fez com que muita gente fosse assistir o novo lançamento no cinema. Isso também fez com que a maioria das pessoas comprasse o ingresso com uma ideia completamente errônea do que esperar da trama.  É importante ressaltar que esse não é um filme de ação/ficção científica. Todos que sentaram na poltrona esperando ver Lucy ganhar super poderes e sair batendo em vilões – como mais um filme da Marvel – saíram do cinema falando mal da história até perder o fôlego. Essa trama é quase puramente sobre física quântica, filosofia e reflexão. A parte da “ficção-científica” depende de quanto a sua mente está aberta.

Isso não é uma crítica do filme. Não vou falar sobre construções de cena, trabalho do diretor ou qualidade dos efeitos especiais. O que procuro fazer com esse texto é clarificar um pouco as ideias mostradas no filme. E mostrar que os “absurdos” que muitos falaram mal, podem não ser apenas resultado de uma “pira que deu ruim”. E aqui é FUNDAMENTAL que se tenha conhecimento de física quântica. Podendo ser definida como a física de possibilidades, essa é uma área formada por muitas teorias, hipóteses e intuições, pois a maioria das leis da física tradicional não funciona com partículas subatômicas, e pouco pode ser “comprovado cientificamente”. Mas não se engane, só porque a ciência atual não consegue provar certos conceitos, não significa que isso seja falsa ciência. Apenas mostra que ainda temos um longo caminho a percorrer como pesquisadores. Vale lembrar que pessoas foram torturadas e queimadas por dizerem coisas como “a Terra não é plana” e que “não somos o centro do universo”. Coisas que atualmente são absolutamente evidentes, mas que anos atrás eram motivo de humilhação e morte. “Ignorância traz caos, não conhecimento”.

 Vamos começar falando sobre o tal conceito dos 10%. Vi muita gente criticando o filme antes de assistir ou desistindo de ir ao cinema porque os cientistas já provaram que nós usamos 100% do cérebro, e que essa ideia é ultrapassada. Mas é importante enxergar isso apenas como referência para podermos acompanhar o desenvolvimento da trama. De um ponto de vista cegamente científico, pode até ser que de fato estamos usando os 100%. No entanto, isso não quer dizer que ele esteja completamente desenvolvido. Lendo uma crítica por aí, houve um comentário em que a pessoa comparou o corpo de um indivíduo sedentário e de um atleta. Ambos utilizam todo o seu corpo no dia a dia, mas não precisa dizer quanto mais capaz o corpo do atleta é. Acho que não há melhor analogia para mostrar a diferença entre utilização e capacitação.

 Se você nunca teve interesse ou conseguiu ler um livro sobre a física quântica, não tem problema. Porque a televisão não é formada apenas de lixo, como alguns adoram dizer. Você só precisa assistir certos episódios das séries Cosmos e Trough the Wormhole (apresentada, inclusive, pelo Morgan Freeman :D) pra ter ideia da loucura que é essa área. E, como eu disse antes, da quantidade de possibilidades que ela apresenta. Acontece que essas partículas extremamente pequenas não se comportam do mesmo jeito que as coisas que podemos ver ao olho nú. E isso deixa mesmo os cientistas mais renomados perdidos. Lá no primeiro episódio de Cosmos, o astrofísico e apresentador Neil deGrasse Tyson vai compactar a história do planeta Terra em um calendário de um ano. Sabe quando que os humanos vão aparecer na superfície do planeta? Só no último minuto do dia 31 de Dezembro. Jesus vai surgir apenas nos últimos 5 segundos desse calendário. Ou seja, nós somos MUITO novos nesse planeta. Os cientistas já afirmaram que conhecemos em torno de 1% dos mares e, nas melhores das hipóteses, 30% das formas de vida terrestres. Imagine então o quão pouco se sabe de partículas descobertas há apenas 100 anos. Por isso é essencial não deixar os nossos paradigmas atuais afetar o pensamento crítico envolvido em teorias revolucionárias. Será que é tão impossível assim poder ter controle do seu corpo e do ambiente à sua volta?

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[este ensaio apresenta spoilers do filme] Com o segundo episódio de Cosmos assistido, você vai compreender que toda a vida na terra é apenas uma; que dividimos partes de DNA com plantas e inúmeros animais; que no nível mais profundo da realidade, nada é sólido – é apenas informação. E o mais importante: que tudo e todos são feitos de átomos. Tudo e todos são feitos do mesmo material, o qual também forma os outros planetas, estrelas e galáxias do universo. Isso significa o que? Que não é difícil imaginar a habilidade de curar feridas de balas, mudar a cor do cabelo e transformar seu corpo (ou no caso do filme, suas mãos) em qualquer outra coisa. É só uma questão de reorganizar seus átomos. Ela poderia ter se transformado em qualquer coisa ou pessoa. Os átomos são como peças de lego. Se desenvolvermos a capacidade de reorganizá-los, nenhuma forma seria impossível. Quanto ao conceito de que tudo não passa de informações, isso explica o motivo de Lucy conseguir matar os capangas do Mr. Jang mesmo com as portas do apartamento fechadas. Se tudo é informação, e ela consegue enxergar o mundo dessa maneira (lembra a cena da árvore?), a porta não é sólida e ela pode ver através. O mesmo acontece quando ela consegue identificar os problemas de saúde da sua colega. Ela só precisou “ler” o que estava errado.

A série Through the Wormhole pergunta: Vamos virar Deus? Sobre esse assunto em particular vou falar no final do texto. Mas o interessante é que o episódio mostra muitos experimentos que estão nos aproximando dessa misteriosa “entidade” que rege ainda hoje muito do comportamento humano. Um exemplo é um engenheiro que está mudando o DNA de organismos vivos para fazer o que ele mandar. Seu trabalho está no estágio de organismos como fungos, mas isso é apenas o começo. É o lance das peças de lego que comentei anteriormente, mas no lugar de mudar a forma física, muda as diretrizes de “como agir” no DNA. Também somos apresentados à pesquisas e programas que são capazes de mover matéria com o pensamento e fazer transferência de pensamentos. De novo, esses experimentos estão em estados iniciais, mas no futuro poderia possibilitar que um indivíduo não tivesse problemas em passar por vários capangas e pegar uma maleta importantíssima sem mexer um músculo. Também que pudesse “entrar” na mente de outra pessoa para recolher informações.

Nesse momento, você já estará confortável com a experiência da Dupla Fenda, a qual demostra que as partículas podem estar em dois lugares ao mesmo tempo. Isso, junto com a Dualidade Onda-Partícula (a capacidade das partículas subatômicas se comportarem como onda e partícula), sugere algo que muda tudo: Nós, o observador, podemos alterar a realidade apenas olhando para ela. É aqui que entra aquele documentário que gerou certa polêmica em 2004, Quem Somos Nós. A trama traz especialistas de várias áreas, como física quântica, metafísica e psicologia para discutir esse assunto. Será que somos apenas peões que seguem o plano daquela “entidade”? Ou nós realmente criamos nossa realidade e destino? Muitos não gostam nem de pensar nessa possibilidade, pois coloca completamente a responsabilidade da sua vida e do mundo ao seu redor em suas mãos.

Entre outros conceitos, o documentário vai te mostrar aquele experimento da água que talvez você já tenha lido sobre. Ele foi criado inicialmente pelo japonês Masaru Emoto, o qual acreditava que as moléculas de água poderiam reagir a eventos não físicos. O resultado foi que os recipientes cheios de água estimulados com pensamentos positivos– como Obrigado e Eu te amo- formam moléculas (as quais foram fotografadas) de aspecto bonito, brilhante e simétrico; enquanto as estimuladas com pensamentos negativos criam algo feio e disforme.

Essa é mais uma prova que alterar (e reorganizar?) moléculas é um poder que já possuímos e pode ser manifestado sutilmente com a capacidade de 10%. Pense nas possibilidades que uma habilidade dessas desenvolvida pode trazer. Quem Somos Nós não foi criticado somente por apresentar ideias que nunca havíamos considerado. Mas porque acaba por misturar espiritualidade com a ciência. No 2×06 de TtW, o pesquisador que afirma que tudo não passa de informações e fórmulas matemáticas, faz uma consideração final: se tudo se resumir apenas à matemática, haverá um momento em que nós iremos bater em um muro. Uma linha que não tem como ir além. E quando esse muro chega, muitos acreditam que a espiritualidade é essencial para enxergar a figura maior. O filme de Luc Besson entra nessa área em sua parte final, e aqui também vou além. Irei apresentar um físico com especialização em astrofísica e cosmologia que já conseguiu elevar a espiritualidade no patamar da ciência numa teoria que vários cientistas tentaram rebater sem sucesso.

O professor Laércio Fonseca tem 9 livros publicados e mais de 250 vídeo-palestras editados em DVD e disponíveis no Youtube. Se o vídeo “O Espírito e a Física Quântica” não o fizer considerar o assunto, nada mais o fará. Nessa palestra de 1h30, Laércio fala sobre sua formação, dá um panorama sobre a física quântica mostrando seus problemas e começa a revelar como conseguiu introduzir a consciência (ou espírito) dentro da física quântica tradicional. Para saber mais sobre o assunto, seria necessário adquirir o curso completo em DVD e/ou seu livro. Mas eu vou te contar uma parte dessa teoria toda. Aquela que explica o final de Lucy.

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Laércio, junto com outros cientistas, biólogos e neurocirurgiões, acredita que a consciência nasceu antes do corpo físico, e que ela é independente do mesmo. Depois da morte, ela continua existindo. Mas o que é essa consciência? Como o final é a parte mais importante do filme, vou me estender um pouco nesse tema. Só pra você ver que legal é a sequência toda do fim. Para poder entender o motivo da Lucy desaparecer no final e virar Deus (oi?), temos que analisar dois conceitos. O primeiro é o Entrelaçamento Quântico, o qual permite que dois ou mais objetos estejam ligados independente da sua distância. Se você dá algum estímulo a um desses objetos, o outro vai corresponder instantaneamente – sem nenhum sinal ser trocado. Essa seria a base de fenômenos como cura à distância ou explicações de como extraterrestes conseguiriam chegar na Terra mesmo tendo seu planeta de origem a milhões de anos luz. Mas não é nesse ponto que eu quero chegar. Laércio coloca que no início – antes do Big Bang – toda a matéria estava acumulada em um único ponto. Isso quer dizer que tudo que estava ali está correlacionado. Quando a grande explosão aconteceu, o universo expandiu de maneira vasta, mas tudo continuou correlacionado, pois “tempo” e espaço não conseguem quebrar essa ligação. Temos aqui a Teoria da Unidade: tudo está relacionado.

O segundo conceito, e o mais importante, é o do Campo. A lei da Interação Eletrostática prevê o campo ao redor do elétron, e sua própria fórmula mostra que esse campo é infinito. Einstein afirmava que a única realidade que existe no cosmos é o campo, e que as partículas não passam de concentrações locais desse campo. Ou seja, tudo é campo e está conectado. Para que exista essa concentração, é necessário que o elétron oscile, que ele vibre. Einstein não sabia o que exatamente oscilava. Laércio diz que é o campo em si que vibra. Utilizando equações de físicos tradicionais, o professor mostra que a massa de um objeto é igual a uma constante vezes uma frequência. Então dependendo da sua frequência, o elétron consegue se estabilizar com uma nova massa. Laércio vai se apossar então do modelo de Bohr, mas colocando diferentes níveis para a massa do objeto. Se a frequência diminui, o comprimento de onda aumenta, tornando a solidez algo menos perceptível. Há vários níveis de densidade até a frequência chegar a zero e a vibração parar, fazendo com que o objeto seja parte do campo não materializado novamente. Essa teoria forma os universos paralelos e outras dimensões, inclusive os chamados planos espirituais. Os espíritos seriam uma consciência em outro plano menos denso que o nosso, fazendo com que eles não sejam visíveis para nós.

Tendo tudo isso em mente, podemos finalmente seguir para o final do filme. O que acontece quando há a explosão da bazuca é que a consciência de Lucy é atirada para fora de seu corpo biológico. Como o tempo não é uma realidade do universo, e ela é agora apenas consciência no cosmos, ela tem noção de tudo que já foi, é e será na história do nosso planeta. No caso da sequência de Besson, ele achou melhor explorar a visão dela apenas do passado. E como um bloco de conhecimento não ficaria bonito na tela do cinema, ele a fez testemunhar a história como se estivesse dando o comando de voltar a uma interface invisível.

Nesse momento, Lucy já deixou de ser um humano normal há muito tempo, assim como parou de vibrar como um. Houve uma grande liberação de energia pela sua boca, e o remanescente está sendo usado para a fabricação do pen drive super poderoso. Seu corpo está aos poucos parando de vibrar na mesma frequência do planeta Terra, até que finalmente, ele para. O que acontece quando a frequência chega em zero? O objeto vira campo. Lucy voltou a ser o campo imaterial que está presente em todos os cantos do universo. Ela está em todo o lugar.“Mas você disse que ela virava Deus no fim!”. Pois então. Muitos acreditam que todo esse campo é uma entidade consciente. A única consciência que existia antes do Big Bang e aquela que está presente atualmente em todo o lugar. Essas pessoas chamam esse campo de Deus. A energia onisciente. Por isso a Bíblia diz que Deus está dentro de nós. Se o campo é Deus e todos os objetos são manifestações de campo, nós somos basicamente Deus também. Só que em um nível vibratório afastado da energia pura que “Ele” é. Quando Lucy se desfaz do corpo físico e passa a vibrar numa frequência diferente, ou melhor, passa a não vibrar, ela faz parte do todo. Ela estica seu dedo para tocar numa criatura mais densa e com menos conhecimento do cosmos. Assim como a pintura da capela Sistina.

É por isso também que em certa parte do filme ela diz que ser humano é algo primitivo. Todos nós, todas nossas consciências, pertencem a esse lugar onisciente – sem certos sentimentos e sensações. O corpo humano biológico é primitivo (como o de todos os animais), e quando a consciência se junta com o corpo, ela esquece o conhecimento que tinha antes e experiencia as características do ser denso com seus padrões de comportamento existentes em toda a vida terrestre (lembra dos inserts da vida animal no começo do filme?). Ao se afastar dos obstáculos da biologia e se aproximar do conhecimento universal, você se torna um ser “ascendido”, que acaba por perder a característica da humanidade (para o melhor ou pior).

Então o objetivo de “passar informação para frente” é coerente nessa visão. Você eleva o nível da sua consciência com o conhecimento aprendido, e o passa para frente para que os outros possam fazer o mesmo. Louco tudo isso, né? E olha que esse texto enorme é a parte mais superficial do topo do iceberg. Quando você começa a mergulhar no mundo da física quântica, as coisas ficam cada vez mais bizarras. Mas não significa que deixe de ser real (dai a gente começa a debater o que é o real). Espero ter clarificado um pouco das ideias envolvidas no filme, e que tenha despertado certa curiosidade para saber mais sobre o assunto. Se mesmo assim você achou Lucy uma porcaria (e esse texto também), OK. É a opinião de cada um. Embora sinceramente espero que não seja o caso :).

89 respostas para “Um estudo sobre o complexo Lucy, de Luc Besson”

  1. Anna domiciano disse:

    Eu pude observar o seguinte fato: quem não está vivenciando Física Quantica, dificilmente entende o filme , como pude ver as caras na saída da sessão. Uns saíram com a decepção estampada no rosto, e outros eufóricos!

  2. Fabio Evandro disse:

    A verdade intangível se tornando tangível, é exatamente isso que acontece e que está acontecendo com milhares de pessoas nesse momento no mundo, estamos acordando para o agora, adquirindo consciência do nosso papel.

  3. Charlene Martins disse:

    Quando vi o trailer desse filme, sabia exatamente o que esperar desse filme. Porém, fui surpreendida porque ele era muito mais do que eu imaginava.

    Além do Professor Laercio Fonseca, que eu admiro muito e acho tudo muito coerente.

    Estudo Física Quântica através do professor Hélio Couto, quem se interessar o trabalho dele é revolucionário (Ressonância Harmônica).

    https://www.facebook.com/heliocouto?fref=nf
    http://www.heliocouto.com/

    Adorei a matéria!
    Muito Obrigada

  4. Monica disse:

    Amei seu comentario. Assim como tmb gostei muito do filme e o que ele verdadeiramente quer mostrar.

  5. victor disse:

    [SPOILER] Assim que ela disse ‘I am everywhere’, saquei que ela tinha ‘virado deus’. Comentei com meus amigos e, talvez pela religião deles, refutaram minha hipótese e disseram que ela ‘simplesmente estava em todos os lugares’. Não discuti, obviamente eles eram limitados demais para esse tipo de discussão, mas mantive meu argumento. Um ser onipotente, onipresente, onisciente? Costumam chamar de deus. Só não tinha ideia sobre a vastidão de informações que li nesse artigo. Gostei muito. Pesquisarei mais a respeito.
    A filosofia diz que somos uma mistura de razão + instinto. A partir do momento que ela estava por volta dos 20%, disse que não sentia mais nada. Nem medo, nem desejos, etc. Estava perdendo suas características humanas – o instinto dando lugar à razão.

  6. Ismael Pinazo disse:

    Busquei em muitos sites e finalmente encontrei aqui: uma explicação do filme com base na ciência. Lucy não é um filme para todos os gostos, é daqueles que só gosta quem tenta enxergar além das cenas e enredo, e busca entender o real significado do filme. E quanto mais pesquiso e entendo do filme mais gosto e me interesso pelo tema. É como outros filmes que deixam sempre uma pergunta no ar que você não sossega até responder, são filmes de quebra de paradigma, do tipo Matrix. Fazem você pensar “e se…” até explodir… Bom, gostaria de agradecer imensamente pelo que fez ao escrever esse texto, através dele entendi melhor a mensagem de Lucy. E como sempre a mesma questão permanece: se toda a teoria apresentada é real, como podemos aplicar esse conhecimento, evoluir nossa própria capacidade e assim melhor nossa vida?

  7. Clayton disse:

    Eu assisti Lucy por esses dias e posso dizer que este foi o texto mais fantástico que pude ler.
    Agora eu vou baixar a série Cosmos e vou procurar este documentário que você citou, sem contar a palestra do Professor Laércio Fonseca.
    Eu me recordo que quando era adolescente (hoje tenho 38 anos, na época uns 14) havia um amigo de trabalho (pouco mais velho que eu) que me dizia que lera um livro em que era mencionado que se pudéssemos usar toda a nossa capacidade cerebral, seríamos como Deus. Na época isso me deixou maravilhado pois sempre me instigou os mistérios da capacidade humana.
    Fazendo uma breve analogia com o espiritismo, este também diz que os espíritos vibram numa frequência diferente da nossa e portanto nós não podemos enxergar (em algum momento você cita sobre isso em seu texto).
    Mais uma vez repito que foi sem dúvida o melhor texto sobre o filme que eu pude ler.
    Ah, alguém me responda o que é TtW? Creio que seja uma série e se aborda o mesmo tema, com certeza é mais uma pra lista de downloads…rs
    Abraços,

  8. Terezinha Veiga Borgeaud disse:

    Existe um trabalho realizado pelo Prof. Helio Couto, sobre Ressonancia Harmonica. Ele oferece um meio para desenvolvermos as nossas proprias capacidades como Auto-Criadores. Excelente.

  9. Muito obrigada por todos os comentários! Fico feliz que o texto tenha sido tão bem recebido :DD

    Clayton, você não vai se decepcionar com as novas produções da sua lista :) E TtW é Trough the Wormhole, a série apresentada pelo Morgan Freeman.

  10. Yuri Silva Pires disse:

    Cara, você é dos meus.

  11. Yuri Silva Pires disse:

    Ih, agora que eu fui ver… Você é mulher rs. Claro que não faz diferença. Mas, cara, tu é das minhas! ^^ Só digo isso.

  12. Luciano disse:

    O problema de Lucy ao meu ver não é todo o conceito que ela adquire os seus ditos poderes, mas sim a forma, uma droga, acho que a suspensão de descrença não defende a forma de ela possuir tais poderes, achei a parte da filosofia existencialista até interessante, mas uma droga, uma composição química processada pelo homem para adquirir tal poder, ao meu ver não consegue manter a suposta verdade do fim, é muito simplista, assim como por exemplo um outro famoso personagem onipotente, o Dr. Manhattan de Watchmen, e tal acesso a um domínio de poder sem uma troca equivalente de energia, entendo que estamos entrando no campo das ideias, mas ao meu ver ainda não consigo crer numa forma de energia em que simplesmente, não pede um retorno.
    Abraços.

  13. gabriel disse:

    cara, seu texto ficou perfeito! finalmente um filme bom saiu ne? pra mim, esse filme é perfeito, as ideias nele, as frases e tudo mais, pra mim essa é a verdade. gostaria de saber se você não teria nenhum site ou ate outro filme com a mesma abordagem… você não tem nenhum blog também pra seguir? gostei de verdade da sua visão a cerca do filme, parabéns, camila.

  14. Sidnei disse:

    Muito bom o texto!

  15. Jaq disse:

    Muito bom o texto, parabéns.
    Mas cada vez mais penso que o espiritismo é uma grande premissa quântica preconizada no meio do século XIX…

  16. Djmes Suguimoto disse:

    gente que loucura….

  17. Wallace disse:

    É… perfeita a explicação que também explica quando ela diz para o policial na cena de corrida : “Ninguém morre”!

  18. Yuri disse:

    Doidera! Otimo texto.

  19. Aleksandra disse:

    Gostei da sua matéria, pois li muitas baboseiras que falam mal do filme. Eu gostei do filme e inclusive meus pais curtiram bastante. Infelizmente muitas pessoas não entenderam e não vão entender, talvez porque ainda são poucos os que “acordaram” ou que muitos ainda não querem usar uma maior parte do cérebro para esse entendimento (já exposto em Matrix). ADOREI quando você fala de utilização e capacidade!

  20. Lorrayne Wendy disse:

    Ja tinha amado o filme e seu modo de mostrar o quanto ainda temos a aprender, e seu texto realmente o melhor, procurei em vários sites comentários e explicações mais nenhum deles tinha entendido o filme como nós entendemos, muito obrigado pela sua explicação!

  21. Mônica Pascoal Boaretto disse:

    Amei seu texto! E amei o filme ♥

  22. Michelly disse:

    Amei Camila! E obrigada pelas dicas para continuar as buscas!

  23. Leonardo Gabriel disse:

    Gostei muito do texto e agora estou ainda mais curioso para assistir o filme.

  24. Josué Macena disse:

    eu estudo mecânica quântica (tenho minha formação em física bacharelado) e o filme é decepcionante, por que nenhum dos argumentos do texto sem de fato relevantes e nem mesmo se aplicam ao filme.

  25. Josué Macena disse:

    E outra… está buscando fontes erradas para entender quântica, Laércio Fonseca e Hélio Couto são pseudo entendedores de física. Jogue o nome deles no google e “lattes” não vão achar qualquer coisa de relevante no currículo deles.
    E os documentários são bonitinhos, mas não representam de fato uma realidade do significado dos fenômenos quânticos.

  26. Vagner Luiz disse:

    Sensacional Cara, curti e muito o texto. Minha cara no tabalho falando do filme ou com meus amigos fora do trabalho e eles, com aquela expressão, que o filme foi uma merda e eu, tentando explicar e eles tentando refutar. xD

  27. MP Teodoro disse:

    Eu sou físico e me sinto na obrigação de dizer que este texto aqui não fala nada sobre física quântica, e ainda propaga ideias errôneas sobre a ciência. Veja, não há elação nenhuma entre física quântica e misticismos ou temafísicas. Não há nada comprovado e nem perto de tal comprovação, e é ainda uma ilusão que parte da cabeça de alguns caras que querem ganhar dinheiro e enganar as pessoas à partir da boa fé.

    Dos documentários citados, o único que fala sobre ciências de verdade é o Cosmos e só. Misturar isso tudo com religião, como feito após é pior ainda.

    Veja, a ciência não tem papel, nem obrigação e nem a intenção de falar sobre deuses e tudo isso.

    Sobre a evolução da ciência. Sugiro que leia algum livro de epistemologia, que é o estudo filosófico sobre a ciência e o cientista. Verá que tem uma visão completamente errônea do fazer científico, bem como da ciência. Não é porque já se errou antes, que virou festa. A ciência não é um bloco de informações fechadas, e está em constante desenvolvimento… Existe muitos estudos que tentam quebrar paradigmas e revolucionar tudo, e isso é bem comum, mas o que esse pessoal não faz é simplesmente formular algo à partir de posições única e exclusivamente filosóficas. Não quero me desfazer de suas crenças, mas peço que não desfaça do trabalho sério que se faz em ciência.

  28. Carol Alvarez disse:

    Olha, eu não entendo nada de física (aliás, na escola era péssima. Só perdia para química), que dirá quântica então! Mas eu AMEI o filme. Mesmo sem saber destes detalhes físicos todos, eu consegui entender o sentido do filme. Tanto é que me interessei demais em ler este texto (que adorei por sinal), porque falava sobre o filme.
    Fiquei curiosa para assistir esta série Cosmos.

  29. Aline Couto disse:

    Eu senti exatamente isso! Eu fui a única da sessão que saiu com tanto entusiasmo com a certeza de que era o único filme até o momento que conseguiu retratar, de forma mais próxima, a realidade. Todos demonstrando insatisfação e eu, êxtase! Percebi no ato, também, a clara correlação entre o filme Lucy e o documentário What The Bleep Do We Know. Eu estava esperando uma crítica assim!

  30. Pedro Henrique disse:

    Desde que eu sai daquele cinema depois do filme, eu sai com uma “pulga atrás da orelha”. Pelo fato de eu querer entender todo o enredo do filme: toda a história. Uns três meses depois eu loquei ele em uma locadora para assistir de novo. E percebi que quanto mais eu tentava ou tento entender, mais eu fico meio confuso rsrsrs. “O objetivo do filme foi esse: mostrar a realidade real do mundo”. Depois de ter assistido o filme pela segunda vez em minha casa, eu fiquei meio pensativo de novo. Enquanto isso minha mãe e todos que estavam junto á sala assistindo o filme só comentaram sobre o filme e nada mas… E eu os questionei: ” Vocês estenderam mesmo o objetivo real central do filme que foi mostrar que os átomos estão por toda a parte?”. Porque para eles foi só mais um filme qualquer, mas para mim não… Eu acho que esses filme foi feito para o tipo de pessoa mais culta ou talvez intelectual. E até hoje ficará aquela pulga atrás da orelha rsrs. Toda vez que eu me lembrar vou ficar meio encabulado.

    – Muito bom esse documentário, depois de assistir o filme procurei por vários, mas nenhum me levou a entender essa complexidade total. Parabéns.

  31. Marcus Vinicius Oliveira disse:

    Fantástico, tanto o filme como esse esclarecimento!

  32. Thaís disse:

    Fique fascinada pelo filme e assim que li o seu texto fiquei mais fascinada ainda pelo texto e pelo seu incrível conhecimento. Obrigada por nos passar o seu conhecimento e de uma forma bem clara ainda. Muito obrigada!

  33. Thaís disse:

    Fique fascinada pelo filme e assim que li o seu texto fiquei mais fascinada ainda pelo filme e pelo seu incrível conhecimento. Obrigada por nos passar o seu conhecimento e de uma forma bem clara ainda. Muito obrigada!

  34. Edalécio Gonçalves disse:

    Oi Camilo. Adorei e teve que ver o filme por duas vezes seguidas, consegui atingir um estado, já evidenciado com um outro filme usando uma droga incolor que aumentava a capacidade do cérebro humano, com bastante energia fui a busca de mais e encontrei tua matéria pelo qual já me encontro a assistir a video aula, de Laerson Fonseca, em fim queria apenas agradecer e enaltecer essa parte em que dizes que também somos Deus mas, a um nível inferior da sua energia pura. A energia onisciente. Por isso a Bíblia diz que Deus está dentro de nós. Se o campo é Deus e todos os objetos são manifestações de campo, nós somos basicamente Deus também. Só que em um nível vibratório afastado da energia pura que “Ele” é.

  35. Ivan disse:

    É um filme que eleva p pensamento crítico, em a reflexão da reflexão, sobre o ser humano ecsua existência!

  36. Alex disse:

    Concordo perfeitamente com você. Lucy é um lixo tanto como obra cinematográfica quanto tentativa de promover reflexões sobre a ciência.

  37. maria disse:

    entao. estou tendo ultimamente algumas alteracoes ue nao sei muito explicar. momentos em que comeco a pensar em uma ideia e minha mente se expande de uma orma que se torna muito complicado de voltar ao normal. isso aconteceu depois que pesquisei muito sobre a glandula pineal e comecei a estimula-la. hoje pela manha assisti lucy pela primeira vez. e desde o comeco do filme ele foi muito intenso pra mim. primeiro porue quando eu comeco a ter essa percepcao diferente tambem consigo sentir meu cerebro funcionando. e o sangue pulsando em minhas veias. e comeco a escutar tudo que esta em minha volta alem de conseguir entender e raciocinar coisas grandiosas que nunca conseguiria pensar em estado normal. a minha mente se acelera muito e as atividades normais comeco a faze tudo no automatico. nao sei explicar com muita clareza. mas sei que o filme lucy estiulou iso em mim de uma forma que nunca aconteceu. agora ja estou conseguindo raciocinar mais lentamente. a curiosidade pos filme me fez pesquisar por que durante eu consegui resumir meus pensamentos em varias frases. algumas do filme. e algumas que eu mesma conclui. e pesquisando no google sobre achei esse artigo. ja tive outras experiencias como esssas relacionadas a numeros e formas geometricas em momentos avulsos. a dos numeros durou tres dias e achei ue nunca mais ia voltar ao normal. apesar de querendo ou nao nunca volto a ser o que era antes desas experiencias. alguem tem ideia do que pode estar acontecendo comigo?

  38. Achei o filme incrível!!! acompanho o trabalho do prof. Laércio Fonseca e frequento o espaço dele. no meio do filme já me identifiquei e me lembrei dos estudos com o Prof.
    Fantástico o seu artigo!

  39. Ulysses Oliveira disse:

    Anna, você foi muito feliz em seu comentário. O filme é tudo o que eu tenho acreditado a algum tempo. Uma vez em uma palestra o ministro falou…- acho que se o homem chegar a 100% da sua capacidade cerebral e vira “Deus” e eu acho que isso que quis dizer o filme.

  40. Felipo Justo disse:

    MUITO BOM !!!!! melhor crítica que ja li sobre o filme, estava procurando por algo assim que abrisse a minha cabeça.

  41. Fabio Allves disse:

    Camila, bela análise. Queria que você fizesse a mesma análise sobre o “Teoria de Tudo” ;)

  42. Thayane disse:

    Finalmente um texto justo sobre o filme! Achei o filme único, e esse texto está sensacional. Você falou tudo sobre o filme e muito mais pra quem é interessado no tema, muito obrigada!

  43. Louis Lyrio disse:

    Excelente artigo. Da Ficção Científica à Física quântica, e daí pra cima, até a Espiritualidade!

  44. Thaís Bertozzi disse:

    Acabei de assistir ao filme e fiquei louca pra procurar algo que falasse a respeito, e eis que me deparo com esse texto. Não entendo praticamente nada sobre o assunto, mas estou maravilhada com tanta informação e sentindo a necessidade de entende-las, sinto como se fosse explodir! Parabéns pelo texto, me esclareceu e decifrou muitas coisas, era exatamente o que eu precisava pra pelo menos ter uma noção de onde começar. Abraço!

  45. Leandro De Mello Hierro disse:

    Que viagem! Estupendo todo este texto e a correlação de todas essas teorias num filme, que antes achei “legal e ficcional”, e agora o vejo como uma ilustração de todo um trabalho científico e de grande merecimento de exclamação e aplausos pelo conhecimento agregado a ele. Demais!!!

  46. Ananda Cezar disse:

    E o que explica então?

  47. Ananda Cezar disse:

    Leia sobre “índigo”. Não sei muito tbm sobre o assunto, mas pode ser interessante pra você..

  48. Josué Macena disse:

    A Mecânica Quântica tem como principal estudo o comportamento e funcionalidade da matéria, em seu nível mais fundamental.
    Em nenhuma área da física há a necessidade de consciência, por mais que alguns cientistas na época das primeiras ideias sobre o desenvolvimento da mecânica quântica tenham pensado em introduzi-la.
    É com mecânica quântica que deduzo como se comporta substâncias quando submetidas a determinadas condições de temperatura, pressão e volume.
    É com mecânica quântica que se deduz o comportamento químico, ligações químicas, criações de materiais com determinadas característica (muito utilizado nas ciências de materiais).
    Com mecânica quântica é possível deduzir os componentes fundamentais da matéria e como eles se comportam e interagem.
    É só abrir um verdadeiro livro de física quântica… Assim como não se aprende psicologia num livro de auto-ajuda, não se aprende física com documentários (mesmos que sejam muito bons, o que na sua maioria é bem raro.)

  49. Walter disse:

    É verdade…só intelectual pode ver esse filme.. RS rs RS ..tão bom que ganhou vários prêmios… Nego está pirando…cuidado pra não virarem Deus RS RS rs

  50. Cesar Santos disse:

    Gostei de sua análise crítica do filme. Parabéns Camila

  51. Douglas disse:

    É… Só faltou você conseguir diferenciar Mecânica Quântica (que NÃO é citado no texto aqui) de Teorias da Física Quântica (que é citado nesse texto) para fazer seu comentário.

  52. Roberta Rezende Santos disse:

    Luciano, mas não era uma droga simplesmente (aliás, o conceito de droga é bem amplo né?). Era uma cópia sintética de algo que o corpo das gestantes produz para a formação dos fetos. Eu achei foda ser essa a ‘origem’. E na verdade, existem alguns hormônios já produzidos sintematicamente. Por ex, a oxitocina, conhecida como “hormônio do amor”, é produzida quando estamos perto daqueles que amamos, e no trabalho de parto a mulher o produz para fazer o útero se contrair para auxiliar no nascimento do bebê.
    Esse hormônio já é recriado sinteticamente e aplicado nas mulheres em trabalho de parto, ok que ela é muito mal usada e pode fazer a dor do parto ser muito pior e inclusive mais atrapalhar que ajudar. Mas só para exemplificar.
    E nem sei se essa substância que falaram no filme existe e se é responsável mesmo pelo desenvolvimento dos fetos. Mas ainda assim achei muito legal a ideia. (no campo da ficção mesmo, porque nem tenho condições de discuti-la no campo científico da vida real rsrs)

  53. Incrível o texto, certamente me identifiquei, achei o fime perfeito, só pecou por ser muito curto… muito rapido a trama se desenrola… talvez nao quisessem arriscar investir num tema destes muito longo, mas foi show.
    Trancedence também é um belo tema para debater que segue uma linha paralela, a evolução tecnologica artificial do corpo humano.
    Espero que você crie um texto semelhante sobre o filme trancedence, iriamos adorar.

  54. MaikoID disse:

    Esse negócio tudo precisa de fé, falta evidência e é por isso que ninguém da bola no mundo cientifico. Na ciência se chega a conclusão a partir de fatos e não em fatos a partir de conclusões.

    Queria saber da onde é tirada tanta energia pra fazer aquele monte de
    coisa do filme. Você pode ser o que quiser mas precisa de energia e muiiiiita energia para alterar alguma coisa num
    atomo, quanto mais parar a vibração de um elétron.

    E mesmo dentro da própria teoria do Laercio, esquecem também que a interface do universo é a realidade e para operar na matéria, aumentando ou diminuindo essa alegada vibração dos elétrons é necessário energia em algum modo, ai pergunto: é quimicamente? momentum? temperatura? Pensamento positivo, ta brincando comigo? Alegações extraordinárias precisam de evidências extraordinárias

    Não vou perder tempo estudando teorias “extraordinarias” sem o minimo de credibilidade cientifica. Aconselho o mesmo pra todos. O Laercio podia fazer o diabo, se esse conhecimento fosse factível, no mundo cientifico, provar de uma vez por todas as hipotese dele mas ele escolhe vender DVD. E tem os crédulos que escolhe acreditar nos DVD ao invés de também provar de uma vez por todas o que o DVD alega.

  55. MaikoID disse:

    A única coisa cientifica no texto é citar a série Cosmos. O resto é balela.

  56. Led Lino disse:

    adorei o filme e vim procurar na internet algo que explicasse mais sobre as ideias e encontrei esse texto. é simplesmente fantástico isso tudo! também adorei aquele filme Interestelar que se baseia em ideias de física quântica, e vou ver as serias que você citou no texto. Valeu!

  57. Jáquilini disse:

    JslajdJjsx

  58. Jáquilini disse:

    Oii :3 vou falar aqui vomo anônima mesmo se não se importarem hsush só assim como todos vou deixar minha opinião. Na minha opinião o filme fala sobre o quanto o ser humano é primitivo e temos muito o que evoluir. Fim. :D

  59. Jáquilini disse:

    Gente mas assim.. Também acho que vocês estão confundindo física quântica com espiritismo com filosofia com reflexão’ tudo bem que eu também adoro confundir essas coisas hehehe e falar MUUUITO SOBRE mas.. os cientistas que leram se sentiram mal com isso :I só falando msm.

  60. Jáquilini disse:

    Na vdd não tô muito afim de falar minha opinião aqui prefiro falar pessoalmente sobre isso ou em diálogo sabe? Então só digo o que todos aq dizem hsusus gostei do texto sim poxa, Parabéns! Gosto sim bastante de espiritismo e recomendo que o pessoal aqui se aprofunde mais sobre o assunto antes de falar com tanta certeza sobre ele- hehe. Refletir.. e filosofia.. nem preciso falar, né?! Adoro ♡ bjs aí pessoal, muita cultura LOUCA na vida de vcs ♡

  61. Douglas Raione disse:

    Melhorou muito os argumentos dessa postagem Camila ou autor. Abordou muitas teorias(?) da física quântica que é coerente com o filme em questão. Meus parabens, pela bela leitura que nos proporcionou aqui.

  62. Flaviadrcunha disse:

    Para os críticos que tiveram a pequena opinião de que o filme é por demais irreal, viagem sem nexo, reforço a Santa inquisição que submeteu gênios por demonstrarem conhecimento que até então eram desconhecidos ou ridicularizados com intenções muitas vezes de retardar o conhecimento e a evolução da humanidade. Como foi citado no texto, a física quântica remonta a um mundo de novas possibilidades, que são tão somente ignoradas (pela grande massa), mas que explica vários acontecimentos tido como paranormais, pq como foi dito no filme, estamos preocupados e ocupados demais buscando ter e não ser, e desta forma, desenvolver conhecimento, não está no topo das prioridades de nossa sociedade consumista, fútil e facilmente ludibriada e condicionada à entretenimentos menos elucidativos.
    Mas é direitto de cada um manifestar a opinião que lhe é própria a cada estágio de evolução, e as discussões sempre serão sadias pois apresentam sempre um ponto de vista divergente que pode sempre nos trazer mais informações e consequentemente, sabedoria.

  63. Edilson disse:

    Gosto muito de tudo isso!!! Como um “BUSCADOR” desde que me conheço como gente, essa revolução de conhecimentos , muito me agrada!!!

  64. Renata Biscaia disse:

    Eu gostei do filme. Entendi como um ensaio sobre a evolução da consciência ao estado quântico em forma acelerada por um estimulo químico. É um filme pra se ver com muita atenção pois há expressões chaves como quando ela diz “nós não morremos”. Pretendo ver de novo para dar maior atenção a esses detalhes. O clima de ação rouba um pouco o protagonismo do tema. Mas é muito interessante.

  65. Kroco Mazo disse:

    Eu achei esse filme uma groselha, chato e com algumas cenas divertidas.

  66. pois é!!! acho que o filme não é para todos!
    Não isso não é uma critica negativa as pessoas que não compreenderam bem o filme… apenas não foi para as massas!

  67. MARCO COSTA disse:

    As pessoas relacionadas às filosofias deísta e panteísta com
    certeza identificaram-se com o filme, porém muito além da filosofia, o filme
    trata de maneira sintetizada a física quântica, não seria apenas uma simples
    obra cinematográfica que retrataria todo o esplendor, mistérios e ainda
    desconhecidos fatores enigmáticos da quântica. Quando o autor do texto acima
    diz haver algo consciente na física quântica, ele na verdade quer dizer que há
    algo mecânico e automatizado no processo evolutivo de todo o universo. A física
    quântica explica que não necessariamente exista no universo um botão iniciar,
    algo tipo chave ou ignição, a vida simplesmente surge e ressurge a partir da
    interatividade da energia sobre a matéria, dentro da teoria da relatividade;
    espaço-tempo. Por isso Lucy diz: ninguém morre de verdade e no final do filme,
    Lucy; matéria e energia está em todos os lugares.

  68. Leo Saurus disse:

    E se… Ela só estivesse doidona por uma overdose. Ela estava viajando legal, se achando Deus. Crianças, não usem drogas.

  69. João Medeiros disse:

    Boas!
    Curti bué o filme e depois de ver o filme fiquei com bastante curiosidade em saber mais sobre física quantica e Luciferianismo, e também dessa teoria de o ser humano só usar 10% do cérebro. Gostava de saber mais sobre essas coisas e o seu texto está muito interessante e despertou-me ainda mais curiosidade sobre esse tema.

    Espero que continue, e se houver mais sobre isto gostava de poder ver, pois é um assunto que acho bastante interessante e se for estudado pode haver enumeras hipoteses de novos conhecimentos que o ser humano ainda não tem. :)
    Cumps,
    João Medeiros

  70. Rodrigo Cole disse:

    Olá Camila,
    Boa analise, merece estar na primeira pagina do google.
    Poderia explicar quando Lucy afirma que a referencia de medida é o TEMPO e nao a Matemàtica? Sabemos que a matematica é um fator limitante para enterdemos fisica quantica, porem essa afirmaçao da unidade “tempo” como seria? Hà cientistas atuais que se baseiam nisso?
    Achei o exemplo do carro que Lucy dà plausivel, mas nao vi nada mais aprofundado sobre.

  71. James Gonçalves disse:

    Seu texto é fantástico! Fico muito feliz com a maioria dos comentários daqui que compartilham da mesma opinião.

    Obrigado!

  72. Nivia disse:

    Amei
    O filme e amei o texto!! Pensei assim qdo assisti o filme! Já o vi 17 vezes…. A sensação das lembranças q ela tem de infância sensações dos toques e carinho são fala lindas! Bem como qdo ela diz nunca se morre de verdade!

  73. Raphael Oliveira disse:

    só esclarecendo, no final do filme quando alguns dizem que ela virou “Deus”, na minha opinião ela virou literalmente o TEMPO, como ela disse numa parte do filme (Qual a matéria mais preciosa do UNIVERSO, o tempo, com o TEMPO que adquirimos conhecimento, eu adorei o filme porque saiu daquela rotina chata, o mocinho sofre e depois busca vingança, para um filosofo foi um dos melhores filme já feito, então ai fica minha opinião, ele não virou Deus e sim o puro tempo, como ela Diz, e usarmos o tempo e acelerarmos a matéria fica invisível ao olho humano. por favor deixem suas opiniões abaixo, gostaria de discutir o caso .

  74. Natalia Garcia disse:

    E este texto é a ponta no iceberg, estou louca pra devorar todo esse iceberg de conhecimento!!!!

  75. Yin & Yang / Tao Universo / M. disse:

    Simplesmente adorei. Devia ler como foi minha regressão de vidas passadas e sem muita ciência é nítida a semelhança. Gratidão!

  76. Antônio Carlos disse:

    Cara esse texto praticamente explicou tudo para mim,eu não achei o filme ruin simplesmente não havia entendido,mas agora entendi um pouco do sentido do filme e simplesmente estou fasinado com todas essas teorias !!

  77. Lucas Lima disse:

    Achei bem bosta esse post, sinceramente, não há relação nenhuma de física quântica com a realidade. Porém o filme tem um outro lado, que é a linha de raciocínio filosófica, que seria o luciferanismo e o transhumanismo, que eu acho que tem mais sentido na explicação do filme. Agora física quântica não tem nada nesse filme!! Não sou físico ainda, mas curso engenharia elétrica e sei o básico de quântica, e futuramente pretendendo fazer física.

  78. Alexander Santiago disse:

    Muito bom o seu texto! Uma delícia depois de eu ter lido tanta bobagem falando que o filme é bom apesar de ridículo… E olha que o fato de ser ou não cientificamente coerente nem é o que mais me importa. Parabéns!

  79. Thais Soares disse:

    Ótimo filme e bela resenha, poderia fazer sobre o filme I Origens.

  80. Edimilson disse:

    Eu não entendo de física quântica, mas adorei o filme é uma ficção que leva você a uma realidade que as pessoas não entende. Você comentou um momento da Bíblia e tem um outro em que Deus diz “Agora o homem se tornou como um de nós”. Se alguém ler este comentário entre em contato.

  81. Jeffersonn Moraes disse:

    Além do filme ser fantástico, seu texto também é, Camila. Muito obrigado. É bem escrito, explicativo, profundo mas simples e coerente, bem humorado. Grato.

  82. Alex disse:

    Gente quero aprender física quântica e etc
    Sla eu gosto muito desses assuntos e cada vez mais me interesso,e também queria poder argumentar sobre isso
    Ps:tenho 13 anos e queria (quero) estudar sobre isso,entender essas coisas,pq a maioria n entendi mas algumas partes sim e sla gosto muito…. N tem como descrever mas sla queria fazer a diferença novas descobertas etc…

  83. Marcos disse:

    Perfeito o esclarecimento do filme pelo ponto de vista científico! Faltou mencionar a cena em que Lucy fez o cômodo do laboratório ficar em branco (lembrei na hora de Matrix), cena essa que não compreendi muito bem (assim como os cientistas). E por que o cômodo voltou ao seu estado normal após ela atingir 100%?

    Se Lucy acessou toda a informação e fez a sua consciência viajar, como que os índios, o dinossauro e a primata a viram, se ela era só uma consciência? Afinal, o seu corpo físico ainda estava no laboratório!

    Outra cena que poderia ser explicada é a que mostra a consciência de Lucy quase no início do Big Bang (o que seriam aquelas coisas energéticas com aspecto de águas-vivas antes de entrarem no buraco negro?). Não pareceu ser uma visão retrocedida do passado do universo, mas sim do fim.

    Também não consegui interpretar a desintegração física de Lucy no avião, e mesmo assim ela acordou numa maca como se nada tivesse acontecido.

    Ainda há alguns fragmentos a serem decifrados pra eu atingir o 100% do filme!

  84. Matheus Imortal disse:

    e.e nao sei nd de fisica quantica mas poha eu amei o filme ;-;

  85. Gabriel Antonio' disse:

    Qual seria a forma certa q ela sugere no final do filme?

  86. Luís Felipe Fidelis Lopes disse:

    Penso mais ou menos por aí também.

  87. Edesio M Santos disse:

    Não assisti o filme quando foi lançado, mas me assustei qdo vi o texto acima, pois há muito, quando fui perguntado sobre o qual era a minha idéia de Deus, respondi q era apenas uma consciência universal. Assustei-me tb qdo vi neste filme a confirmação/provocação de todas as lembranças de minha alma/consciência. Não sou cientista, mas a intuição/instinto me leva a contatar q houve um flash do q somos e ainda não sabemos como atingir. E não tenho ninguém com qn convrsr sbr tais fatos. lamentável perder todas as teorias que em segundos são construídas e esquecidas em nossas mentes por não existir ainda um meio de registrá-las p, qn sabe ajudar na minha própria evolução, ou tentativa de separar a conciência do corpo físico.

  88. Oziel Inacio Da Silva disse:

    Ultimamente venho abrindo minha mente para além do convencional… procurando matérias do que há dentro da sétima arte como a trilogia Matrix, interestelar, lost, cosmos, lucy… e tantos outros que seguem essa linha do desconhecido “mundo dos sonhos”… acabo de ler ORIGEM de Dan Brown e ele abre uma porta fantástica para o quântico do conhecimento…

    Parabéns pelo artigo, como Lucy sua sinopse foi fantástica!

  89. Simone Irala disse:

    Amei!!!

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