Crítica | A ação divertida de Máquina Mortífera
Crítica | A ação divertida de Máquina Mortífera

Crítica | A ação divertida de Máquina Mortífera

lethalweapon

Talvez a série que mais me surpreendeu nesta Fall Season que passou, mas mais porque eu estava esperando uma gigantesca bomba. Não é. Lethal Weapon é mais uma daquelas produções que entram na cota de remakes, revivals e reboots, dessa vez do filme homônimo estrelado por Mel Gibson e Danny Glover e que já teve quatro exemplares. Mas como série policial sua trama — policial que perdeu a família num acidente, se torna inconsequente vira parceiro de um policial mais velho e cardíaco — carrega uma dinâmica que funciona na tela grande e na pequena.


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O destaque, aqui, é a direção e a fotografia de McG, que extrai planos maravilhosos. Não se engane: a série não tem nada de espetacular, mas prova que pode se destacar do padrão graças ao cuidado e esmero em sua produção. Das duas uma: ela seguirá na linha de Hawaii Five-0 e conquistará seu público ou virará um drama procedimental estilizado. Clayne Crawford está ótimo e ainda não estou acreditando que gostei do piloto uma série estrelada por Marlom Wayans em pleno 2016. Eu assisti mais alguns e vi que não vão fugir da linha: sem arriscar demais, mas também sem baixar o nível. Decidi não avançar porque não consigo encaixar uma série policial de ação na minha grade, mas quem curtir o gênero vai ser feliz com essa produção enquanto ela durar. No Brasil é exibida pela Warner Channel.

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