FOTO: MGM

Por: Bruno Carvalho

Como Sean Connery se tornou o James Bond mais famoso do cinema

Sir Sean Connery foi um dos maiores atores já vistos no cinema mundial. Com uma longa trajetória dedicada às artes, o ator faleceu em 2020, aos 90 anos. De acordo com a BBC , Connery morreu pacificamente enquanto dormia em um hotel nas Bahamas.

“Um dia triste para todos que conheciam e amavam meu pai e uma triste perda para todas as pessoas ao redor do mundo que gostaram do maravilhoso presente que ele tinha como ator.”, disse Jason Connery à BBC News ao noticiar a morte do pai.

Sean Connery fez vários filmes ao longo de sua carreira. Mas nenhum deles marcou mais do que sua trajetória como o superespião de 007. É a partir dele que James Bond alcança a projeção que conhecemos hoje, com bilheterias consideráveis e sucesso consolidado entre os fãs da saga.

Mas até que Connery fosse de fato escolhido para ser James Bond, o caminho foi longo. O ator foi tratado com desconfiança no início, mas depois conseguiu reverter a situação e dominou o papel que o consagraria. 

Depois de retornar dos serviços militares, Connery conseguiu um emprego nos bastidores no The King’s Theatre em 1951. Ver o trabalho em ação despertou seu interesse na carreira de ator.  Ele fez um teste e conseguiu um pequeno papel em uma produção teatral, mas sem protagonismo nenhum.

A peça foi bem e Connery passou a rodar toda a Escócia com o trabalho. No entanto, seu primeiro papel no cinema veio apenas em 1962. Ele interpretou Spike, um gangster do No Road Back, do diretor irlandês Montgomery Tully.

No começo, Connery estava relutante em fazer uma série de filmes sobre o mesmo tema. Ele tinha receio de que o personagem não emplacasse e, no fim, significasse um fracasso para sua carreira. Além disso, Connery também precisava convencer o escritor Ian Fleming, criador do 007, de que ele era a pessoa certa para interpretar o superespião.

Fleming teria mudado de ideia após o sucesso da estreia do Dr. No. Na verdade, ele ficou tão impressionado com o desempenho de Connery que passou a elogiar o ator em vários dos seus trabalhos como escritor e jornalista, como fez no livro You Only Live Twice, de 1964. 

O primeiro filme, “Dr. No”, arrecadou muito dinheiro nas bilheterias. Mesmo no exterior, foi um enorme sucesso, com o presidente dos Estados Unidos, John Kennedy, solicitando uma sessão privada na Casa Branca.

Mais lançamentos na sequência — “Moscou contra 007” (1963), “007 Contra Goldfinger” (1964), 007 Contra a Chantagem Atômica (1965) e “Com 007 só se Vive Duas Vezes” (1967).

Como o superespião, Connery atuou ainda “Os Diamantes são Eternos”, em 1971, atendendo à exigência do ator por um contrato recorde de US $ 1,25 milhão de dólares, hoje cerca de R$ 7,1 milhões. 

Especialistas em cinema dizem que Connery ficou marcado como 007 por protagonizar um personagem próprio, misturando crueldade com seu humor sarcástico. Apesar das críticas iniciais, o público aprovou. Desde então, nenhum outro ator interpretou Bond como Sean Connery. 

Sir Sean Connery foi um dos maiores atores já vistos no cinema mundial. Com uma longa trajetória dedicada às artes, o ator faleceu em 2020, aos 90 anos. De acordo com a BBC , Connery morreu pacificamente enquanto dormia em um hotel nas Bahamas.

“Um dia triste para todos que conheciam e amavam meu pai e uma triste perda para todas as pessoas ao redor do mundo que gostaram do maravilhoso presente que ele tinha como ator.”, disse Jason Connery à BBC News ao noticiar a morte do pai.

Sean Connery fez vários filmes ao longo de sua carreira. Mas nenhum deles marcou mais do que sua trajetória como o superespião de 007. É a partir dele que James Bond alcança a projeção que conhecemos hoje, com bilheterias consideráveis e sucesso consolidado entre os fãs da saga.

Mas até que Connery fosse de fato escolhido para ser James Bond, o caminho foi longo. O ator foi tratado com desconfiança no início, mas depois conseguiu reverter a situação e dominou o papel que o consagraria. 

Depois de retornar dos serviços militares, Connery conseguiu um emprego nos bastidores no The King’s Theatre em 1951. Ver o trabalho em ação despertou seu interesse na carreira de ator.  Ele fez um teste e conseguiu um pequeno papel em uma produção teatral, mas sem protagonismo nenhum.

A peça foi bem e Connery passou a rodar toda a Escócia com o trabalho. No entanto, seu primeiro papel no cinema veio apenas em 1962. Ele interpretou Spike, um gangster do No Road Back, do diretor irlandês Montgomery Tully.

No começo, Connery estava relutante em fazer uma série de filmes sobre o mesmo tema. Ele tinha receio de que o personagem não emplacasse e, no fim, significasse um fracasso para sua carreira. Além disso, Connery também precisava convencer o escritor Ian Fleming, criador do 007, de que ele era a pessoa certa para interpretar o superespião.

Fleming teria mudado de ideia após o sucesso da estreia do Dr. No. Na verdade, ele ficou tão impressionado com o desempenho de Connery que passou a elogiar o ator em vários dos seus trabalhos como escritor e jornalista, como fez no livro You Only Live Twice, de 1964. 

O primeiro filme, “Dr. No”, arrecadou muito dinheiro nas bilheterias. Mesmo no exterior, foi um enorme sucesso, com o presidente dos Estados Unidos, John Kennedy, solicitando uma sessão privada na Casa Branca.

Mais lançamentos na sequência — “Moscou contra 007” (1963), “007 Contra Goldfinger” (1964), 007 Contra a Chantagem Atômica (1965) e “Com 007 só se Vive Duas Vezes” (1967).

Como o superespião, Connery atuou ainda “Os Diamantes são Eternos”, em 1971, atendendo à exigência do ator por um contrato recorde de US $ 1,25 milhão de dólares, hoje cerca de R$ 7,1 milhões. 

Especialistas em cinema dizem que Connery ficou marcado como 007 por protagonizar um personagem próprio, misturando crueldade com seu humor sarcástico. Apesar das críticas iniciais, o público aprovou. Desde então, nenhum outro ator interpretou Bond como Sean Connery. 

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