quarta-feira, junho 19 2024

A expectativa de vida está subindo. Segundo o último estudo “Tábulas de Mortalidade” publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida aumentou para 73,6 anos para a população masculina, enquanto as mulheres podem atingir, em média, os 80,5 anos. No entanto, ainda há muitas questões que limitam essa expectativa.

Surpreendentemente, há lugares no mundo onde as pessoas vivem 100 anos ou mais sem muitos problemas.

É isso que Como Viver até os 100: Os Segredos das Zonas Azuis explora, o novo documentário da Netflix composto por quatro episódios de 40 minutos cada. Ele nos leva a uma viagem para desvendar os segredos por trás das áreas onde as pessoas têm uma expectativa de vida excepcionalmente alta. Quer descobrir como melhorar suas próprias perspectivas de vida?

Aonde o documentário Como Viver até os 100: Os Segredos das Zonas Azuis nos leva?

O segredo do sucesso de Como Viver até os 100: Os Segredos das Zonas Azuis reside na sua abordagem direta.

Para resumir, as zonas azuis são cinco lugares no mundo onde as pessoas vivem mais do que a média. Esses lugares não têm muito em comum entre si: estão localizados na Ásia, na Europa, na América. Alguns são ilhas ou aldeias remotas nas montanhas, enquanto outros são urbanos e estão bem conectados com a vida moderna.

No entanto, de acordo com o escritor Dan Buettner, todos esses lugares, embora sejam diferentes, descobriram uma “fórmula mágica” para viver vidas mais felizes, ativas e longas. São eles: Okinawa (Japão), Icaria (Grécia), Sardenha (Itália), Nicoya (Costa Rica) e Loma Linda (Califórnia).

Vale a pena assistir ao documentário?

Como Viver até os 100: Os Segredos das Zonas Azuis mantém um foco direto, evitando conceitos complicados ou depoimentos que não acrescentam valor. Com menos de duas horas e meia de duração total, a série é mais centrada em depoimentos, teorias e pesquisas em andamento do que em resultados científicos definitivos.

A busca pela longevidade de Dan Buettner começou há décadas, quando ele colaborou com a National Geographic para tentar descobrir a fórmula da longevidade que o levou a viajar pelo mundo em busca das famosas zonas azuis. No entanto, a comunidade científica não está muito convencida com o seu conceito. Afinal, o seu trabalho é baseado em viagens, entrevistas e intuições, mas não é sistemático e não revela um método que possa ser reproduzido em outras populações do mundo para testar a realidade dessas fórmulas mágicas para viver muito e bem.

Por exemplo, anos atrás, um estudo questionou a longevidade quase mágica atribuída à população de Okinawa, porque a expectativa de vida no resto do Japão aumentou e muitos dos registros que permitiriam um acompanhamento rigoroso das idades dos habitantes da ilha foram destruídos na Segunda Guerra Mundial. Outros estudos desmentiram diretamente a ideia das zonas azuis, argumentando que elas se baseiam em especulações e não em pesquisas controladas e de longo prazo sobre a população idosa dessas regiões.

Ainda assim, a própria série o anuncia logo no início: “Como Viver até os 100: Os Segredos das Zonas Azuis é um documentário destinado a informar e entreter, mas de maneira alguma deve ser levado à risca como uma prescrição médica, dietética ou esportiva”.

Levando isso em conta, Como Viver até os 100: Os Segredos das Zonas Azuis, pode ser uma opção para te inspirar a fazer mudanças em seus hábitos de vida e, acima de tudo, a buscar uma vida mais feliz.

Como dito, o documentário está disponível no catálogo da Netflix. Para conferir informações sobre o streaming e também tirar dúvidas sobre temas relacionados à plataforma, clique aqui.