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Por: Bruno Carvalho

The X Factor: Judges' Homes

Por Bruno Carvalho

Após um começo um pouco genérico e apagado com relação à original britânica, The X Factor parece ter encontrado o caminho certo. As auditions ao vivo, apesar de interessantes, não conseguiram empolgar, muito em virtude da edição atribulada e, às vezes, confusa. O programa encontrou diversos problemas de produção e interação dos jurados na fase inicial, que inclusive culminou na saída de Cheryl Cole. Mas a partir do Boot Camp as coisas melhoraram significativamente. Ao contrário de Idol, The X Factor investe na qualificação dos “atos” (como são mencionados), com treinos de canto, dança e consultoria de estilo. Isso contribuiu muito para que na fase seguinte, na casa dos jurados, as performances atingissem um nível dificilmente visto em competições do tipo logo no início. Isso mostra que o formato criado por Simon, que dá mais autonomia aos jurados, funciona e potencialmente pode gerar um artista de sucesso em nível mundial.

Para a etapa nas casas, os finalistas foram divididos em quatro grupos de 8 cada: os garotos ficaram com L.A. Reid nos Hamptons; as garotas com Simon Cowell na França; os acima de 30 com Nicole Scherzinger em Malibu e os grupos com Paula Abdul em Santa Barbara. A competição, então, não é só entre os cantores, mas também com os jurados batalhando para escolher e aprimorar os melhores e moldar o vencedor. As auditions, fora do estúdio e ao ar livre, deram um ar muito mais intimista e pessoal, focando nos indivíduos e não no espetáculo, neste importante momento de preparação antes dos shows ao vivo. As auditions para os 4 mentores e seus convidados (Rihanna, Pharrell e Enrique Iglesias) foram acima da média em sua maioria. Os destaques da primeira leva, pra mim, ficaram com Simone Battle (cantando Help), The Anser (com F**kin’Perfect), Phillip Lomax (com uma interessante rendition de Please Don’t Stop the Music), Elaine Gibbs (com Stop Cryin’ Your Heart Out, do Oasis) e, é claro, a diva Stacy Francis (que arrasou com Purple Rain).

A versão americana de The X Factor provou que pode ser tão ou mais relevante para o mercado musical que American Idol, especialmente por deixar nas mãos de especialistas da indústria as decisões mais importantes de quem merece ou não continuar na competição. Afinal, o prêmio é um contrato com a Sony de US$ 5 milhões. Estou gostando e, assim como o Davi, apostando nessa.

3 respostas para “The X Factor: Judges' Homes”

  1. Jhonatan disse:

    A Stacy é incrível. Ela ouviu o conselho dos jurados, de que, no caso dela, menos era mais, e arrasou com Purple Rain. É minha candidata favorita da temporada e é bem prevísivel que ela chegue até as finais. O único problema pode ser ela cair na mesmice, mas quem conhece a Rebecca Ferguson, da temporada passada do X Factor UK, sabe que se ela tiver habilidade e carisma, ela pode chegar na final cantando sempre o mesmo gênero musical.

  2. PH Fonseca disse:

    O post está cheio de erros, vamos corrigir? :D

    Hamptons, não Hamptoms.
    Nicole Scherzinger, não Shcerzinger.

    Nicole em Malibu e Paula em Santa Barbara e não ao contrário como está no post.

    Pharrell e não Pharell.

    De resto, concordo com tudo.

    Abraço!

  3. Bruno Carvalho disse:

    Corrigido, senhor. Obrigado.

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