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Por: Davi Garcia

Fringe: The End of All Things

Por Davi Garcia

[com spoilers do episódio 4×14]Me chamo Setembro, mas isso é apenas um código dado aos membros do nosso time científico. Somos humanos de várias gerações depois da sua. Somos de um dos muitos possíveis futuros da humanidade. Nossa tecnologia nos deu a habilidade de viajar por dentro e por fora do tempo para que pudessemos observar nosso início.” Não foi um episódio épico como prometia, mas respondendo de forma objetiva o mistério (ou parte dele) em torno dos Observadores, “The End of All Things” trouxe um importante desenvolvimento para a trama de Fringe ao mesmo tempo em que basicamente transformou a grande mitologia da série e a principal pergunta da temporada (vemos universos diferentes onde Peter nunca existiu de fato ou apenas a mesma linha do tempo dos dois universos que já conhecíamos, porém com alterações?) em algo ainda mais intrigante, complicado e por isso mesmo mais prazeroso de acompanhar.

Escrito por David Fury, o episódio revisitou momentos de temporadas anteriores refereciando-os sob outra perspectiva de um jeito bem curioso. Nesse contexto, quando vimos Olivia sendo testada por David Robert Jones para acender as luzes da caixa de madeira, lembramos do episódio “Ability”, o 14 da 1ª temporada, em que a agente aparecia tentando apagar as luzes com a mente. Da mesma forma, quando Peter entra na consciência do Observador Setembro, a lembrança mais marcante que surge é a do episódio “Lysergic Acid Diethylamide”, o 19º da temporada passada, aquele do desenho em que Peter e Walter entram na consciência de Olivia e o mesmo que marcava a aparição do ainda misterioso homem que poderia matá-la.

Ou seja, é notório o controle que os responsáveis por Fringe tem da história e o fato de que eles sabem exatamente onde querem chegar com todo esse lance do sumiço/reaparecimento de Peter e como resolver, sem ignorar acontecimentos anteriores da série (vide que até citaram o bebê Henry de novo), questões fundamentais como, por exemplo, a que envolve a explicação do porquê Peter conseguiu retornar e sobretudo de como ele fez isso. Aliás, considerando essa dúvida especificamente, eu, que já cheguei a achar que essa 4ª temporada estivesse realmente nos mostrando universos diferentes daqueles que conhecíamos, tendo agora a aceitar mais a noção de que continuamos vendo a mesma linha do tempo com a única diferença de que ao desaparecer, todo o resto foi ‘reconfigurado’ de alguma maneira para que as coisas fizessem sentido dentro daqueles dois universos em que Peter não exisitia.

Agora, de todos os elementos que este episódio nos trouxe para teorizar, o ponto mais interessante, pelo menos para mim, gira em torno da ideia de que os acontecimentos marcados pela presença de Peter anteriormente e que teriam deixado de existir, começam a ‘vazar’ para dentro desta realidade. Um conceito que chega a ser inclusive aludido com aquela menção das camadas de uma fita VHS que acabam se sobrepondo de um jeito que não dá para apagar tudo totalmente. Nisso, poderia residir, inclusive, toda a explicação dos motivos de termos visto Peter aparecendo para Walter e Olivia em sonhos em em sons no início da temporada antes mesmo de ressurgir no lago Reiden e do fato dele acabar contribuindo para que Olivia recobrasse sua memória, digamos, original. Será?

Sejam lá quais forem as respostas ou resoluções que venham pela frente, uma coisa, contudo, já parece certa com o desfecho do episódio: a de que a relação de Peter com Olivia carrega todos os contornos de uma tragédia. Assim, ao passo em que ele acredita que ela não é a mulher com quem se envolvera e que é melhor se afastar para não provocar danos ainda maiores, ela sofre com a perda da vida que julgava conhecer e ao absorver a consciência da Olivia que conhecíamos, tem que lidar com uma terrível rejeição. Em suma: com tanta coisa acontecendo na trama e com tantas possibilidades à vista, os roteiristas da série se revelam sádicos tanto com estes dois personagens, quanto conosco, já que depois de nos oferecerem mais um capítulo mindfuck de Fringe, eles nos obrigam a encarar quase um mês inteiro de espera pela continuidade da série. Como aguentar?

Outras perguntas:

– Se a Nina que aparecia presa com Olivia na verdade era a Nina do lado de lá em cooperação com Jones e a responsável pelos testes que a agente sofrera ao longo desse período, como explicar o fato da ‘nossa’ Nina nunca ter cruzado consigo mesma pelos corredores da Massive Dynamic?  Tem algum shapeshifter na jogada? Se sim, qual Nina está morta?

– E se o “Você tem que morrer” dito por September” para Olivia no episódio “Back To Where You’ve Never Been” (o 4×08) não foi literal, mas sim algo no sentido de que a consciência que ela tinha até ali é que precisava ‘morrer’ para que ela se lembrasse de Peter e com isso pudesse dar sequência aos eventos que, na ótica dele, tem que acontecer?

– E o glyphcode da vez falando em união, hein? Dica de que os dois universos precisam se tornar um só ou que Peter precisa se reconectar com Olivia para que Henry possa nascer no universo correto a fim de concluir alguma coisa importante na história?

 Palpites e teorias para essa imensa e deliciosa salada de Fringe?

Considerações Adicionais, por Bruno Carvalho

Um episódio fantástico. Ressalto aqui os momentos que se transcorreram na sequência que se passou na consciência conjunta de September e Peter – que me lembrou muito a conversa que Neo teve com o Arquiteto em Matrix Reloaded – e que merecem atenção. Ao mencionar a interferência que o próprio Observador causou no mundo culminou na subsequente corrupção da linha temporal. E note a escolha deste termo, “corrupção”: ele não disse destruição, substituição ou algo do tipo. Houve uma corrupção e aquilo que está corrompido pode ser consertado. Outra frase de September é fundamental para sanar a dúvida de que de fato estamos no mesmo Universo de sempre, conforme apontei anteriormente.  “Você teve [um filho]. Quando você fez o sacrifício de entrar na máquina, você não foi o único que deixou de existir”. Mais à frente, ele completa: “Você conseguiu retornar em forma física”.

Veja bem, se Peter estivesse em outra linha temporal, isso significa que seu filho existiria, assim como a Olivia Dunham e o Walter originais. Mas não. O Observador diz ainda que Peter conseguiu “retornar”, ou seja, ele não foi para outra linha temporal ou para um Universo A2. Ele está no mesmo Universo e numa linha temporal alterada, corrompida, mas austeramente a mesma. Aliás, revendo todo o diálogo e o momento em que o Observador mostra a Olivia com quem ele deve ficar, percebo que Peter realmente se confundiu. September disse que a Olivia correta era aquela e não a do outro Universo – a FauxOlivia com quem ele teve um filho. Assim, como o Davi mencionou acima, Fringe inicia um período sombrio delineando uma verdadeira tragédia grega entre Peter e Olivia. Uma pena que um novo episódio só virá no dia 23 de Março.

43 respostas para “Fringe: The End of All Things”

  1. Ramon Damasceno disse:

    Quando eu achei que Peter finalmente conseguiria entender tudo… Mesmo depois do esclarecimento do September, ele continua achando que tá em outra timeline. PQP, Peter
    Mas, sim, episódio épico. MINDFUCK!

  2. Leonardo disse:

    Finalmente, respostas sobre os estranhos Observadores! Seis minutos que nos fizeram compreender melhor as coisas.

    Se trata-se da mesma timeline, apenas alterada, quando todos começarão a se “lembrar” do que realmente eram?

    Além dessa, todas as outras perguntas da review também ficaram em minha mente. Fringe é apaixonante!

  3. Mica disse:

    Não importa se esta é a timeline verdadeira mas modificada, ela é diferente e esta não é a sua Olívia. A sua Olívia e sua timeline deixou de existir no momento que ele usou a máquina.
    Para Peter poder aceitar esta Olívia como sua, e a timeline como sua, tudo precisa reverter para como era antes, caso contrário, ele estará mexendo com pessoas que não são as que ele conhecia.
    Fez bem ele em se afastar…todo mundo precisa de um pouco de objetividade por ali, Peter principalmente. E a própria Olívia, que ao sobrepor a outra memória, está matando toda uma vida nesta timeline atual.
    As coisas precisam estar nos eixos para Peter poder aceitar que este é o seu mundo (se é que é), caso contrário ele sempre terá a sensação de ser um forasteiro.

    E cá entre nós, o discurso de September só deixou ainda mais claro que existem várias timelines, vários futuros…totalmente compreensível a atitude de Peter.

  4. Mica disse:

    Esta é, para mim, a maior questão. Se este é o lado A, então todos, TODOS, precisam começar a lembrar.
    O problema com isso é que ao lembrarem, todas as experiências que vivenciaram aqui irão se modificar, se apagar. E as coisas que foram completamente diferentes? As pessoas que morreram, os casais que mudaram, os filhos que nasceram…? E aí? Vão reverter tudo ou o povo vai ficar tendo lembranças de duas vidas?
    Imagina se Olívia fosse casada aqui….ela simplesmente iria abandonar o marido pq lembrou que ama o Peter?
    Aliás, o que houve mesmo com a irmã e sobrinha dela?

    Seja como for, gostei muitíssimo do episódio.

  5. @luisdpaula disse:

    Eu acho que entendemos tudo de um forma errada.
    Na verdade aquela Nina que está presa com o Broyles,é na verdade a original,e ela não tem idéia mesmo do que tá acontecendo.

    Teoria furada essa minha.E aí,quem vai desmentir??

  6. Isabel disse:

    Eu acho que as Ninas nunca se cruzaram pq eles usavam o mesmo método que usavam com a Olivia, monitoravam a verdadeira Nina o tempo todo.

    O September podia ser mais claro nas respostas, né? Não ia machucar ninguém se ele dissesse em alto e bom som: Você tá na lina do tempo certa, filhote! (Ou não está?)

    Como eu vou sobreviver sem Fringe por 4 semanas???

    Fringe dá um nó na minha cabeça, e eu adoro isso!

  7. Sérgio Amarante disse:

    Pra mim foi exatamente isso que aconteceu. A Nina com o Broyles é a verdadeira, e não ta sabendo de nada. A Nina que acessou o cofre 3 meses atrás é a falsa Nina que estava com a Olivia.

  8. Sérgio Amarante disse:

    E Fringe ta demais. Alto nível em todos os episodios, explorando tramas que nenhuma outra série conseguiu jamais explorar. Esse romance de Peter e Olivia é genial! São tantos elementos envolvidos que deixam a historia sensacional.

  9. Vinícius Barros disse:

    O episódio foi ótimo, mas ô Fox, bora caprichar um pouquinho mais nos efeitos especiais? Foi tudo tão década de 80 que deu até um pouco de vergonha alheia… (sério, aquela cena do raio atingindo o Jones – ou alguem que tabalha pra ele, nao me lembro agora – foi típica de novela da Record).
    Além disso, tinha que usar o clichê de começar a chover do nada quando o Peter vai embora?

    Pelo menos a série é boa e a cada semana surge um mindfuck novo, dando pra (quase) deixar de lado essas pequenas imperfeições.

    E pra mim, a Nina que falou com o Broyles pode ser verdadeira, e a outra Nina falsa. Ou todas as Ninas sao falsas e a verdade já foi morta ou desaparecida.

  10. Tati disse:

    Mas, Mica, o mesmo serve pra outra timeline, certo? A nossa, a original. E tudo o que o Peter e o Walter viveram? E a Olivia? Essas lembranças também foram “apagadas”, como o próprio Henry e substituídas pela vida que eles tiveram nessa timeline. Eu continuo achando que essa é, sim, a nossa Olivia. Foi com ela que o Peter viveu tudo o que ele viveu, até porque, no episódio anterior, ficou bem claro que ele não projetou nenhuma memória nela, já que ela se lembrava de coisas que ele sequer sabia.

    Vi algumas teorias de que ele de fato pode estar no lugar errado e que talvez a nossa Olivia esteja procurando por ele, usando todas as suas habilidades pra encontrá-lo. E como essa Olivia tem recebido doses de cortexiphan, ela pode ter ficado receptiva e estar recebendo as memórias da nossa Olivia. (meio confuso, né? hahaha) Mas não acredito nisso. Se o Peter deixou de existir, porque a Olivia estaria procurando por ele? E porque essas Olivias são idênticas? Mesmo tipo de cabelo, etc? Aaahh não sei! hahaha o mais chato vai ser ficar um mês esperando pelos próximos episódios. Como aguentar?

  11. Kaybara disse:

    Uma coisa que me intrigou foi:
    O observador atrapalhou o Walter da linha B de encontrar o remédio para salvar o Peter correto?
    Ou seja o Peter da linha B que nasceria caso o observador nao atrapalhasse e encontraria a Olívia da linha B da qual é a Olívia errada ou seja nasceria o Henry errado. Isso seria uma furada do roteiro?
    Ou essa minha teoria é coisa de maluco? O que vocês acham pessoal?

  12. Carol disse:

    Kaybara :
    Uma coisa que me intrigou foi:
    O observador atrapalhou o Walter da linha B de encontrar o remédio para salvar o Peter correto?
    Ou seja o Peter da linha B que nasceria caso o observador nao atrapalhasse e encontraria a Olívia da linha B da qual é a Olívia errada ou seja nasceria o Henry errado. Isso seria uma furada do roteiro?
    Ou essa minha teoria é coisa de maluco? O que vocês acham pessoal?

    Me perguntei a mesma coisa: se o Setembro atrapalhou o Walternativo, como que o Peter é destinado para a Olivia e não para a Bolivia? Ele cruzaria os universos para que se tivesse sido curado pelo verdadeiro pai?

  13. Jorge disse:

    Gostei de suas teorias loucas. Fazem bastante sentido…Será que Henry vai voltar como Peter voltou? Só esperando pra saber.

  14. Carlos disse:

    Carol :

    Kaybara :
    Uma coisa que me intrigou foi:
    O observador atrapalhou o Walter da linha B de encontrar o remédio para salvar o Peter correto?
    Ou seja o Peter da linha B que nasceria caso o observador nao atrapalhasse e encontraria a Olívia da linha B da qual é a Olívia errada ou seja nasceria o Henry errado. Isso seria uma furada do roteiro?
    Ou essa minha teoria é coisa de maluco? O que vocês acham pessoal?

    Me perguntei a mesma coisa: se o Setembro atrapalhou o Walternativo, como que o Peter é destinado para a Olivia e não para a Bolivia? Ele cruzaria os universos para que se tivesse sido curado pelo verdadeiro pai?

    Mas aí, nós temos que considerar também o seguinte: A menos que as pessoas estejam destinadas a ficar com outras, o Peter do lado B não ficaria com a Bolivia, afinal se Setembro não tivesse atrapalhado Walternativo, Peter teria sido curado e Walter não levaria o garoto para o lado A. Além disso, Walternate, até onde sei, nunca fez experimentos com Bolivia, ou seja, a Olivia do lado B não tem tanta importância. Então porque ele ficaria com Bolivia no lado B (isso sem a interferência do Setembro) ou com Olivia no lado A, se o Walter nunca tivesse trazido ele.

    Enfim, são tantas possibilidades, e não sei se isso já demonstra furos no roteiro de Fringe (afinal, se o bebê é importante e tem que nascer da união de Peter e Olivia, então a interferência de Setembro não foi ruim) ou os roteiristas vão nos impressionar, fazendo tudo ter sentido.

  15. Queison disse:

    Cara, foi um excelente episódio. Ficou um gostinho de “quero mais” ali com o Setembro.

    Aliás, quem eram eles que “estavam vindo” ?? Muitas perguntas!

    Como é sofrido ver a Olivia apaixonada e o Peter com medo de estar traindo sua amada! É duro esse amor dos dois! Fringe consegue ser romântico, sem ser brega! Doloroso vai ser aguentar 4 semanas!

  16. Renato Tibério disse:

    Será que o Peter é tão importante pra humanidade por ele ter participação na criação da tecnologia que cria os observadores?

    Os observadores só aparecem em momentos importantes da humanidade, e o September diz, em certo momento da conversa com Peter, que foi ao laboratório do Walternativo pra ver o momento em que a cura pra doença do Peter fosse descoberta, mas acabou distraindo-o e o fazendo perder o momento.

    Se o Peter tem participação na criação dos observadores, o momento da descoberta da sua cura pode ser considerado um momento importante pra humanidade.

    E o Henry, filho do Peter, será que ele também pode ser “raspado” do universo apagado e reescrito sem o Peter, fazendo uma menção ao que o Walter explica como Palimpsesto? Acho que o Henry ainda vai ter importância na série. Essas são minhas teorias loucas.

  17. Jorge disse:

    Meu caro, a série já está na beira do cancelamento e você quer que a Fox aumente os custos?
    Mas quanto ao clichê eu concordo. Não precisava chover! kkkkk

  18. S. disse:

    Não interessa a timeline,se a Anna Torv diz que ta apaixonada o Peter tem o dever de corresponder isso,mesmo que isso faça nascer o baby henry anticristo rs
    Adorei o episodio,mas não aguento mais esse sofrimento todo que fazem a Olivia ter que passar.

  19. @thiagobilica disse:

    UM MêS SEM FRINGE. ISSO SIM E TORTURA CARA DAMMIT!!!

  20. Gustavo disse:

    Amo Fringe demais. Episódio fantástico.

    Não sei porque – e não tem absolutamente nada a ver com o episódio em si – mas quando vimos flashes de episódios passados no episódio, minha mente foi direcionada ao sumiço já tão discutido da Agente Jessup dos episódios 2×01 e 2×02. Hahahahah só Fringe explica…

  21. Rovilson Jr. disse:

    Diante essa bela resenha e todos os comentários (que a propósito li várias teorias que ainda nao tinha pensado rsrs) devo concordar que este episódio foi épico! Principalmente pelo fato de conhecermos mais sobre a “mente” e origem dos Observadores e sobre a relação, já evidente, do Peter e Olivia! Esse episodio deixou tanto um desejo de acompanhar os proximos episodios que agora com a informação de que a série terá uma pausa faz com que pelo menos eu, grande fã da série, fique louco enquanto não volta… De qualquer forma, vejo que a série, como foi citado na resenha, sabe muito bem pra que caminho está seguindo e to mais feliz ainda por estar acompanhando a mesma! VAmo que vamo!

  22. Rovilson Jr. disse:

    Podem ser até teorias loucas, mas até fazem sentido…rsrsrs Uma coisa q vc disse, me chamou muito atenção, os “Observadores” só realmente aparecem em fatos importantes da humanidade ou em momentos que significassem suas origens e se o September só foi ao laboratorio do Water para acompanham a cura do pequeno Peter sendo criada, tem muita lógica o Peter significar MUITO para eles! E isso criasse outras várias teorias… Será Peter, um dos mentores deste ‘poder’ de viajar dentro e fora no tempo mas só as gerações seguintes terem a capacidade de utiliza-la?!?! Seriado foda eh isso, faz a galera especular..kkk o/

  23. Wilian disse:

    Talvez Peter precise de alguma constante pra conseguir voltar a timeline dele. Acho que a única pessoa, se a constante for uma pessoa, seria o September.
    Talvez o próprio September tenha que se sacrificar pra que tudo volte ao normal,já que foi ele que desencadeou tudo ao salvar o Peter no rio.
    Sobre a Nina, acho que a que foi pro outro lado com o David é a shapeshifter.

  24. Alan R. disse:

    Não acho que exista Nina Shapeshifter. É a de lá e a de cá, ponto. Alguém fala nesse episódio que se vc vir um shapeshifter de alguém é pq aquele alguém está morto.

    É doppleganger.

  25. Paulo Carvalho disse:

    Alguem reparou nos flashes azuis na abertura? Isso pra mim ja indica que estamos no mesmo universo de sempre so que sem a interferencia/existencia de peter. Reparem na abertura, ocorrem 3 flashes.

  26. Patrícia disse:

    Review impecável. Sem dúvida, Fringe é a melhor série da atualidade.

  27. Wilian disse:

    Eu reparei! Realmente tiveram uns flashes azuis na abertura desse episódio. Pode ser que tenha nos outros também mas eu só reparei nesse!

  28. Carlos disse:

    Wilian :
    Eu reparei! Realmente tiveram uns flashes azuis na abertura desse episódio. Pode ser que tenha nos outros também mas eu só reparei nesse!

    Eu conferi e tem uns flashs mesmo, só que na abertura de outros episódios também tem.

  29. Marcelo Soares disse:

    Para mim, Henry é o primeiro passo para o futuro onde os Observadores passam a existir. Por isso a Olivia foi a escolhida e Peter é especial.

  30. Julia disse:

    Uma coisa que me deixa muito confusa é porque aparentemente só o September acha o Peter importante? Para os outros observadores, ele deveria ter sido apagado, quando entrou na máquina fez o seu papel e já era. Para que ele é então tão importante??? Se tivesse haver com a criação de todos os observadores, por exemplo, todos eles defenderiam a permanência do Peter…. Alguém me explica???

  31. disse:

    Lembrem-se que Olivia foi tratada com cortexiphan e chegou a cruzar os universos ainda criança, logo de qualquer maneira ela e o Peter iriam se conhecer. É o destino, bom é o que eu acho =)

  32. disse:

    Bruno,
    O que o Peter confundiu foi que ele ainda acha que tá na timeline errada sendo que o September foi bem claro ao falar que Peter e o filho deixaram de existir e ele, de alguma modo, conseguiu voltar de forma física pro seu universo.

  33. Alex disse:

    Eu tb pensei isso por um tempo mas… O que aconteceria? Tipo, pq ela nao faria ideia? As duas Ninas no mesmo ambiente de trabalho seria impossivel… O mais provavel seria que ela tivesse morrido ou, estivesse presa (como o episodio eu a entender por um tempo).

    Não seria possivel 2 shapeshifters??

  34. Alex disse:

    Bom, eles estão sim no universo correto mas na timeline errada. Agora, eu nao acho que vai ter tipo um reset e voltar a timeline que conhecíamos. As coisas vão continuar nesta mesmo!! Os universos foram salvos!

    Peter e Olivia lembram pq sao “especiais”. Peter consegue acionar a maquina e a Olivia era ainda uma “chave de segurança” (isso tudo ainda precisa ser esclarecido. Afinal Walter é o criador da maquina. Qndo? e Pq??)

    Talvez, somente os dois se lembrem da outra timeline.

    Se o Peter fosse importante para criar a tecnologia dos Observadores como comentaram acima, pq os próprios Observadores fariam ele desaparecer??! Não faz sentido.

    Apesar disso, eu acho que o Peter meio que tem a habilidade de “viajar” no tempo.
    Quando ele acionou a maquina, ele ficou algum tempo no futuro, viu Olivia morrer, voltou usando o “wormhole” sabendo que tinha que unir os dois Universos.

    E, acho que qndo o Observador fala que a Olivia tem que morrer, acho que é literal!! Qndo Peter viu Olivia morrer neste futuro que ele foi parar, ele tomou uma atitude! Talvez, Olivia tenha que morrer para que provoque alguma reaçao e Peter faça alguma coisa importante…

    Fringe, fascinante!!!!

  35. Gabriel disse:

    Basicamente por Einstein pode existir milhares de linhas do tempo diferentes.

    As pessoas que lêem esse blog se focam em pensar o que existe apenas 2, o que é absurdo.

    Um dos motivos para eu começar a deixar de gostar do Fringe, foram diversos erros dos roteiristas por transformarem a burrice do público em uma vantagem.
    Como ver uma sobreposição magnética da câmera no quarto de olívia.
    POR FAVOR, o que ele retirou da câmera foi CLARAMENTE um cartão SD! Onde, obviamente, o procedimento não poderia ser feito.

    Desde a última temporada o Fringe tem sido essa lenga-lenga cheio de furos no roteiro. Eu deixo de assistir vários episódios e sinto que não perdi nada.

    Isso é Smallville por acaso?

  36. Zé das Couves disse:

    Viu muito Lost, né amigo? hehehe

  37. Zé das Couves disse:

    É… esse negócio de encontrar vestígios de gravações anteriores faria algum sentido no “reino” analógico das fitas cassete e vhs, mas em cartões SD? Realmente foi uma forçação de barra…

  38. Zé das Couves disse:

    Será que o Henry vai realmente ter alguma importância na trama futura? Ou vai ser o “Aaron”* de Fringe?

    * de quem muito se esperava em Lost e não tinha nenhuma relevância maior, pelo que eu me lembre.

    O duro é esperar essas QUATRO SEMANAS!!! Dureza…

  39. Wilian disse:

    Zé das Couves :
    Viu muito Lost, né amigo? hehehe

    Zé das Couves :
    Viu muito Lost, né amigo? hehehe

    Também!

  40. Patricia disse:

    Excelente review, adoro!

    O que tava pensando… só a Nina da linha do tempo do Peter, que conhecemos nas temporadas passadas, é que perdeu o braço, nao? Como a Olivia agiu naturalmente ao ver ela com braço mecânico?

  41. Ni disse:

    Não, a Olivia estava com as lembraças da Olivia que nós conhecemos. Então ela já sabia que a Nina tem um braço mecânico.

  42. Álvaro Oliveira disse:

    Excelente série, estou gostando muito, já entendi que na verdade Peter está no universo correto, porém modificado no momento em que ele usou a máquina.
    Mal comparando é tipo quando Marty Mcfly, volta do futuro “em de volta para o futuro 2” para o ano de 1985 que está completamente diferente do 1985 que ele conhece, isso por consequência as mudanças que o Biff Tannen “Do Futuro” fez ao retornar a 1955, então quando Marty retorna e “conserta” o passado, assim que viaja novamente para 1985 está tudo em seu devido lugar.
    Acredito que em Fringe algo do tipo deverá ocorrer para que Peter “acerte” a linha de tempo e volte a existir.

    Só espero fielmente que Fringe não termine como Lost e nos deixe frustrados, até agora são só elogios a série.

  43. Zé das Couves disse:

    meio do caminho… mais duas semanas!

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